Assessoria de Imprensa – Coletiva de Imprensa On Line, pode? Pode

Em comunicação corporativa, a coletiva de imprensa é uma espécie de evento midiático. Na prática, as assessorias de imprensa organizam encontros com jornalistas de redação para emitir comunicados oficiais sobre determinada marca. A estratégia costuma ser adotada para divulgar pautas extremamente relevantes e, principalmente, em gestão de crise

Historicamente, a maioria das conferências é estruturada no formato presencial. A organização do evento é a responsável por reservar o ambiente para receber os profissionais de imprensa. A dinâmica da coletiva é bem simples. Há uma rápida introdução do assessorado sobre os principais pontos da pauta e, logo em seguida, o espaço é destinado às perguntas dos jornalistas acerca do tema.

Contudo, por se tratar de um evento presencial, há complicações logísticas para os profissionais de imprensa comparecerem. Vale ressaltar que, com as redações enxutas, torna-se inviável a presença de determinados jornalistas. Afinal, a locomoção entre a redação e o local reservado pode custar horas preciosas. Levando em consideração a escassez de mão de obra, tal ausência para cobrir o evento pode ser prejudicial.

Coletiva de imprensa online 

Com o alto avanço da tecnologia, o mercado de comunicação corporativa sofreu grandes transformações. Entre elas, a possibilidade de modificar a estrutura padrão das conferências, tornando possível organizá-las também no âmbito digital. O principal benefício em optar pelo online, sem dúvidas, é a otimização de tempo em via de mão dupla. 

Por um lado, a assessoria ganha tempo e reduz custos na hora de organizar o evento. Tendo em vista que não é necessário criar uma estrutura para receber os profissionais de imprensa. Tampouco, restringir os convites para jornalistas que atuam em regiões próximas ao local onde o assessorado está situado. 

Além disso, não há necessidade, por exemplo, de reservar um ambiente que atenda a diversidade de veículos. Afinal, é extremamente importante que o local destinado a entrevista coletiva seja arquitetado para jornalistas de televisão com os aparatos técnicos de filmagem e, até mesmo, para profissionais que entrarão ao vivo durante a conferência. Sem contar as questões que são mais técnicas, como a iluminação apropriada  e afins. 

Por outro lado, os próprios jornalistas possuem maior facilidade para participar das entrevistas coletivas online. A grande vantagem é ganhar tempo justamente por não precisar se deslocar entre a redação e o endereço do evento. Além disso, abre-se a possibilidade de profissionais de regiões distantes marcarem presença. 

Ferramentas essenciais

Para organizar a coletiva de imprensa online, é fundamental obter uma ferramenta destinada a criar eventos. Na prática, custear a conferência digital apresenta um custo-benefício melhor em relação ao modelo presencial. De qualquer forma, é essencial investir em plataformas para preparar eventos de forma eficiente. A famosa tecnologia streaming.

O webinar, como é chamada as conferências digitais, é destinado a transmissões ao vivo. Com isso, a execução da entrevista coletiva ocorre perfeitamente. Caso haja necessidade em compartilhar qualquer tipo de material, é possível fazer upload de arquivos para apresentar aos convidados presentes. 

Para abrir o espaço às perguntas dos profissionais de imprensa, basta utilizar o chat geral da sala. Por lá, os jornalistas conseguem enviar suas perguntas e, ao mesmo tempo, acompanhar dúvidas dos colegas de profissão. No caso, o assessorado pode selecionar as principais perguntas para responder. 

Com uma ótima ferramenta de webinar, é possível saber a quantidade de usuários ativos na entrevista coletiva e, ao mesmo tempo, saber exatamente qual profissional em questão compareceu ao evento. Ao final da conferência, há como fazer download da lista de presentes e, claro, das perguntas que foram elaboradas no chat disponível. 

Outra grande vantagem em optar pelo evento online é manter um histórico completo da conferência. Se por acaso algum jornalista não pode comparecer no momento, é possível compartilhar o link pós-evento. Com o histórico em mãos, a própria assessoria de imprensa consegue analisar e aplicar media training em aspectos que precisam melhorar. 

Desvantagens 

Na hora de optar entre uma coletiva de imprensa online ou presencial, deve-se considerar alguns pontos. O primeiro fator é considerar o principal objetivo com o evento. Se as entradas ao vivo dos jornalistas de televisão forem essenciais para a estratégia de comunicação, o modelo presencial é o mais adequado a ser aplicado. Afinal, não há como acontecer nenhum link no âmbito digital. Portanto, no momento de escolher o melhor canal para realizar a coletiva, basta considerar o que é esperado com o evento em si. 

Concluindo…

A coletiva de imprensa online é uma excelente alternativa ao modelo presencial. Além de otimizar tempo em via de mão dupla — tanto ao assessorado, quanto aos jornalistas de redação –, é um canal que pode apresentar um custo-benefício melhor em relação ao formato habitual. 

Além disso, o resultado final pode apresentar melhores indicadores. Desde a quantidade maior de participantes, devido à facilidade em participar, até na redução de investimentos destinados para organizar e estruturar uma conferência. 

  • Com informações do Comunique-se

Salvador Neto assinará coluna política em jornal catarinense

Com a experiência que já ultrapassa os 30 anos em atividades na política, além das atividades no setor privado e social, o jornalista Salvador Neto assume neste mês de fevereiro a coluna “Palavra Livre” no jornal Folha Metropolitana (https://www.jornaldafolha.com.br), jornal que já circula na região norte de Santa Catarina e agora vai informar também Joinville, a maior cidade do Estado.

Maior pólo industrial catarinense, a cidade está sem a presença de um jornal diário há alguns anos. O espaço é ocupado por alguns periódicos que circulam semanal e mensalmente, mas ainda aquém das necessidades de uma população que gera o maior PIB de SC. Toni Pereira, o empreendedor que está a frente da Folha Metropolitana desde a sua fundação há cinco anos, acredita que o empresariado se ressente de um jornalismo mais ativo e com qualidade editorial.

Salvador Neto já criou dois jornais nos anos 2000 – Mercado de Trabalho e Correio do Trabalho. Escreveu colunas políticas para o Blog Chuva Ácida, o portal SC em Pauta e mantém seu próprio Blog, o Palavra Livre (www.palavralivre.com.br) há 12 anos. Empreendedor nato e muito procurado para assessorar e prestar consultoria em comunicação para atores políticos em Santa Catarina e Brasília, o veterano jornalista conhece como poucos os bastidores do poder e vai contribuir para que a cidade e o norte catarinense tenham informação a altura do tamanho de Joinville.

“Os leitores vão encontrar informações exclusivas, análises sem paixões, com ética e compromisso com o interesse público, e não de alguns públicos. Minha história profissional e pública assinam, antes do meu nome, a credibilidade de quem sempre faz o que sabe fazer com amor e dedicação”, destaca Salvador Neto. Com ele um time de grandes nomes como Jura Arruda, escritor e cronista, Rubão – Rubens Herbst que assinou a coluna Orelhada durante anos no extinto jornal A Notícia, Élton Carvalho, que foi jornalista da RBS TV, o juiz João Marcos Buch, entre outros.

Inicialmente a Folha Metropolitana vai circular mensalmente, e depois quinzenalmente, o que deve acontecer já em março. A primeira edição circula dia 18 de fevereiro. Você vai encontrar a Folha Metropolitana Joinville e Região nos melhores locais da cidade.

Salvador Neto atende Grupo RIC em projeto especial

O jornalista Salvador Neto foi contratado pelo Grupo RIC SC para apoiar projeto especial que está em maturação na companhia. Assessoria de Imprensa, planejamento estratégico, cobertura de alguns eventos estão no escopo do trabalho.

O Grupo RIC vai mudar, e há uma campanha em andamento com teaser em todas as plataformas da empresa, convidando a audiência, clientes e anunciantes a participar deste novo momento, que é considerado pelo Grupo, pertencente à família Petrelli, a maior transformação da sua história.

Salvador Neto participa mais uma vez de um grande projeto.

Comunicação e Jornalismo – 10 filmes para estudar e saber mais

SalvadorNeto-Comunicacao-jornalismo-midia-filmesO audiovisual não é apenas produto de entretenimento, mas também de aprendizado. No jornalismo e na comunicação o audiovisual é material de trabalho, é ferramenta de produção de conteúdo e por que não, material de ensino?!

O cinema, comunicação de massa audiovisual, considerado a 7ª arte é uma excelente maneira de estudar e compreender as diversas facetas da vida. E entre elas os vários olhares da comunicação e do jornalismo. O cinema é capaz de instigar debates e reflexões. De levar através da arte vivências e experiências vindas de todos os lugares. Um poder capaz de mudar pessoas e transformar sociedades inteiras.

Baseado nisso, o Imperatriz Notícias listou dez filmes para quem quer estudar e refletir um pouco mais sobre a comunicação e o jornalismo. Uma lista elaborada pelo ex-professor da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), Antônio Fabrício Evangelista, Bacharel em Comunicação Social pela Universidade Federal do Tocantins (UFT) que já lecionou disciplinas como laboratório de Telejornalismo e Cinevídeojornalismo.

 

  1. Cidadão Kane (Orson Wells, 1941) kane

Sinopse: A ascensão de um mito da imprensa americana, de garoto pobre no interior a magnata de um império dos meios de comunicação. Inspirado na vida do milionário William Randolph Hearst.

“Cidadão Kane talvez seja um dos filmes mais importantes não só do tema, mas também do cinema. Ele trabalha uma linguagem cinematográfica revolucionária para a época. O diretor Orson Wells utilizou de linguagem flashback, profundidade de campo, para fazer parte da narrativa. Ele é importante porque narra a ascensão de um grande magnata da comunicação. Ele mostra qual o poder da comunicação dentro dessa área política. É um dos primeiros filmes a tratar disso de uma forma tão clara e incisiva.”

Onde encontrar*

itunes:  $ 14.99

Submarino:  R$ 19,90

Livraria Cultura:  R$ 18,60

Ponto Frio: R$ 19,90

 

  1. Muito além do cidadão Kane (Simon Hartog, 1993)

Sinopse: Muito Além do Cidadão Kane é um documentário televisivo britânico de Simon Hartog exibido em 1993 pelo Channel 4, uma rede televisiva pública do Reino Unido. Mostra as relações entre a mídia e o poder do Brasil. O documentário apresenta depoimentos de destacadas personalidades brasileiras, como o cantor e compositor Chico Buarque de Hollanda que na época tinha um programa na emissora, os políticos Leonel Brizola e Antônio Carlos Magalhães, o ex-Ministro da Justiça Armando Falcão, o publicitário Washington Olivetto, o escritor Dias Gomes, os jornalistas Walter Clark, Armando Nogueira e Gabriel Priolli e o atual ex-presidente do Brasil Luís Inácio Lula da Silva.

“Ele é um documentário que faz uma análise e mostra o cenário da Rede Globo (sistema de televisão). É um filme que traz uma série de denúncias sobre como foi implantada a Rede Globo. E a própria influência do Roberto Marinho e da família Marinho na política brasileira. E é um filme cheio de folclore, dizem que ele é proibido no Brasil. O que de fato é difícil mesmo de encontra-lo para assistir.”

 

Onde encontrar*

Mercado Livre: R$ 15,90 à R$ 25,90

 

  1. O mercado de notícias (Jorge Furtado, 2014)

Sinopse: O filme traz os depoimentos de treze importantes jornalistas brasileiros sobre o sentido e a prática de sua profissão, as mudanças na maneira de consumir notícias, o futuro do jornalismo, e também sobre casos recentes da política brasileira, onde a cobertura da imprensa teve papel de grande destaque. O surgimento do jornalismo, no século 17, é apresentado pelo humor da peça “O Mercado de Notícias”, escrita pelo dramaturgo inglês Ben Jonson em 1625. Trechos da comédia de Jonson, montada e encenada para a produção do filme, revelam sua espantosa visão crítica, capaz de perceber na imprensa de notícias, recém-nascida, uma invenção de grande poder e grandes riscos.

“Ele usa uma peça que fala sobre essas questões da notícia. Ele faz uma comparação com a atual conjuntura das comunicações no Brasil hoje. É muito interessante para quem quer estudar jornalismo, entender a comunicação, principalmente no contexto político do Brasil.”

 

Onde encontrar*

Livraria Cultura:  R$ 39,90

 

  1. Boa noite, e boa sorte (George Clooney, 2005) boanoite

Sinopse: Edward R. Morrow (David Strathairn) é um âncora de TV que, em plena era do macarthismo, luta para mostrar em seu jornal os dois lados da questão. Para tanto ele revela as táticas e mentiras usadas pelo senador Joseph McCarthy em sua caça aos supostos comunistas. O senador, por sua vez, prefere intimidar Morrow ao invés de usar o direito de resposta por ele oferecido em seu jornal, iniciando um grande confronto público que trará consequências à recém-implantada TV nos Estados Unidos.

“Fala do contexto político na época da guerra fria e o macarthismo era a perseguição à pessoas de esquerda filiados à partidos comunistas ou qualquer pessoa que tivesse algum ideário de esquerda e se opusesse ao regime americano. O filme aborda bem a questão da censura e da liberdade de expressão dos Estados Unidos nesse período.”

Onde encontrar*

Mercado Livre: R$ 11,00 à R$ 41,89

Google Play Filmes: Em breve

 

  1. Terra em transe (Glauber Rocha, 1967)

Sinopse: O senador Porfírio Diaz (Paulo Autran) detesta seu povo e pretende tornar-se imperador de Eldorado, um país localizado na América do Sul. Porém existem diversos homens que querem este poder, que resolvem enfrentá-lo.

“Não é necessariamente um filme sobre jornalismo ou comunicação, mas ele é um filme muito importante na história do cinema brasileiro e o personagem principal do filme é um jornalista e ele está dentro de um processo que é bem parecido com o que estamos vivendo agora de um golpe. A função dele como jornalista na trama é muito importante. Bom filme.”

Onde encontrar*

Mercado Livre: R$ 15,00 à R$ 40,00

Delta Vendas: R$ 54,90

Serviço de Streaming: NOW (NET e Claro HD tv) Canal Brasil

Canal por assinatura: Brasil

  1. Medo e delírio em Las Vegas (Terry Gilliam, 1998)

Sinopse: Enviado para Las Vegas para cobrir o Mint 400, uma corrida de motos no deserto, o jornalista Dr. Thompson (Johnny Depp) e seu advogado (Benicio Del Toro) se encontram numa cidade onde somente drogas poderosas podem fazer com que as coisas sejam ligeiramente normais.

“É um filme extremamente lisérgico. É uma comédia, mas também provoca uma reflexão. É importante para o jornalismo porque acaba falando de um gênero jornalístico que realmente existe, o jornalismo gonzo ”

Onde encontrar*

Mercado Livre: R$ 10,00 à R$ 40,00

Google Play Filmes: R$ 3,90

Livraria Cultura:  R$ 29,90

 

  1. O Abutre (Dan Gilroy, 2014)

Lou Bloom (Jake Gyllenhaal) é um jovem determinado e desesperado por trabalho que descobre o mundo em alta velocidade do jornalismo sensacionalista em Los Angeles. Ao encontrar equipes de filmagem freelances à caça de acidentes, incêndios, assassinatos e outras desgraças, Lou entra no reino perigoso e predatório dos nightcrawlings – as minhocas que só saem da terra à noite.

“Esse filme é mais recente. Ele retrata bem o jornalismo policial sanguinário. Apesar de ser um thriller policial e do protagonista ser um psicopata, é uma boa reflexão sobre os limites do jornalismo”

Onde encontrar*

Itunes: $ 9,99

Mercado Livre: R$ 19,90

Saraiva:  R$ 29,90

Casas Bahia: R$ 19,90

  1. O passageiro – Profissão: Repórter (Michelangelo Antonioni , 1975)

David Locke, um jornalista televisivo, está no deserto africano preparando um documentário sobre as guerrilhas da região. Depois de ser abandonado pelo seu guia e ter seu veículo Land Rover Defender atolado na areia, ele entra em crise, se vendo cansado do trabalho, do casamento e da vida. Ele consegue voltar ao hotel e procura pelo inglês estranho Robertson, um hóspede que lhe contara um pouco da vida dele, fascinando David ao se mostrar como um viajante despreocupado.

“Uma obra do Antonioni. Já é um traço do diretor um existencialismo cinematográfico, mas nesse filme o protagonista é um repórter que decide trocar de identidade e o desenrolar da drama faz uma relação com a prática da investigação e aprofundamento de uma pesquisa. Uma fotografia maravilhosa e uma das cenas mais antológicas do cinema.”

Onde encontrar*

Mercado Livre: R$ 44,90 à 60,00

 

  1. A doce vida (Federico Fellini, 1960)

Roma, início dos anos 60. O jornalista Marcello (Marcello Mastroianni) vive entre as celebridades, ricos e fotógrafos que lotam a badalada Via Veneto. Neste mundo marcado por um vazio existencial, frequenta festas, conhece os tipos mais extravagantes e descobre um novo sentido para a vida.

“Uma das obras primas de Fellini nos bota na ótica de um jornalista sensacionalista. O filme faz um paralelo entre o jornalismo, a sociedade e a modernidade. Destaque para o jornalista cafajeste feito pelo Marcelo Mastroiani.”

Onde encontrar*

Mercado Livre: R$ 43,00 à 60,00

Walmart.com: R$ 44,90

Livrarias Curitiba: R$ 42,66

Serviço de Streaming: NOW (NET e Claro HD tv) Aluguel: R$ 5,90

 

  1. Levante sua voz (Pedro Ekman, 2009)

Vídeo produzido pelo Intervozes Coletivo Brasil de Comunicação Social com o apoio da Fundação Friedrich Ebert Stiftung remonta o curta “Ilha das Flores” de Jorge Furtado com a temática do direito à comunicação. A obra faz um retrato da concentração dos meios de comunicação existente no Brasil.

“Documentário/paródia feita pelo coletivo Intervozes que meio que atualiza o “Além do cidadão Kane.”

Onde encontrar:

Vimeo: https://vimeo.com/17039057

*Todos os valores citados nessa matéria correspondem a uma pesquisa de preços realizada em 13/01/2017. Preços e disponibilidades sujeitos à mudança.

As sinopses foram extraídas do site sobre cinema: Filmow.com.br.

Facebook: Cerca de 70% dos usuários ativos da rede social informam-se por ela diariamente

Redes Sociais mudam a cara do jornalismo e do consumo da informação

Redes Sociais mudam a cara do jornalismo e do consumo da informação

Quando a internet começou a ser disponibilizada comercialmente para a população brasileira, na segunda metade da década de 90, surgia a principal revolução midiática da história capaz de romper com as estruturas tradicionais de disseminação da informação predominantes até então.

Assim, entramos no século 21 com o ambiente virtual modificando consideravelmente os hábitos de consumo de conteúdo. Vimos nascer redes sociais, como Orkut, Twitter e Facebook, sites de vídeos, como YouTube, e programas de chat, como Messenger e Skype, além de milhares de blogs e sites, elevando a web a um patamar ímpar na circulação de informação.

Tantas ferramentas de liberdade e empoderamento começaram a preocupar os grupos de comunicação que reinavam há décadas como os únicos detentores legítimos do papel de informar.

 

ranking_noticias_facebook

 

Pois bem, o gráfico acima, produzido pela Quartz – agência norte-americana que divulga notícias sobre a nova economia global – mostra o ranking mundial dos países que mais consomem notícias por meio do Facebook.

O Brasil aparece em primeiro lugar, com 67% de sua população buscando informação, prioritariamente, na rede social. Também ocupamos a liderança na utilização do Facebook para fins diversos, com 80%.

Algumas pessoas arriscarão dizer, precipitadamente, que a formação educacional precária da sociedade brasileira contribui para um cenário de superficialidade informativa, uma vez que países como Alemanha, França e Japão possuem índices baixos de buscas de notícias pelas redes sociais. Ou seja, em vez de ler uma revista semanal ou abrir um jornal, o brasileiro recorre aos meios digitais, práticos e acessíveis na palma da mão, e acaba esbarrando com frivolidades e informações inconsistentes.

Uma comunicação mais horizontal
Indubitavelmente, em meio a milhares de posts, páginas, blogs e sites, o ambiente virtual está repleto de conteúdos que não seguem uma apuração crítica. De outro modo, isso não quer dizer que não existam produções independentes com qualidade superior à de muitos jornais, telejornais e revistas.

Diante desse cenário, a discussão dentro dos veículos de comunicação precisa ser em torno da reinvenção das técnicas jornalísticas e a eficaz apropriação da internet e das redes sociais. Até para se sustentarem como modelo de negócio, as empresas precisam aceitar que insistir na manutenção do conservadorismo é empurrar o jornalismo para uma crise ainda mais dramática.

Diferentes estudos já haviam evidenciado a transformação do fluxo informativo neste país cada vez mais conectado. A pesquisa “Democratização da Mídia”, divulgada em 2013 pelo Núcleo de Estudos e Opinião Pública (NEOP) da Fundação Perseu Abramo, mostrou que a internet é a fonte primária na busca de informações e notícias para 68,6% da população.

Já o estudo Trust Barometer 2015, elaborado pela empresa de relações públicas Edelman Significa, revela ainda que, no Brasil, as ferramentas de buscas na internet aparecem em primeiro lugar em nível de confiança.

Vale ressaltar, no entanto, que o Facebook, assim como o Google, não é um produtor de conteúdo, mas sim, um disseminador de materiais elaborados por terceiros. Dessa forma, o Facebook funciona como um feed de notícias, grande parte delas proveniente da própria imprensa tradicional. Dessa forma, então, as pessoas estariam utilizando somente outro caminho para chegarem às mesmas fontes, certo? Errado.

A internet possibilita uma nova lógica do fazer jornalístico, por meio de uma comunicação mais horizontal. Se, por um lado, ela permite que qualquer cidadão seja produtor de informação, por outro não é mais necessário que os jornalistas profissionais estejam dentro de uma redação de um veículo da grande imprensa, com todas as suas barreiras, para “produzir e disseminar conteúdo – e até prosseguir nas histórias ignoradas pela mídia tradicional” (VIANA, 2013, p. 17).

Imprensa tradicional não acompanha o dinamismo
Apesar de muitos veículos utilizarem – inadequadamente – as redes sociais para divulgarem seus materiais, eles concorrem com a diversificação das fontes independentes, grande trunfo do sucesso da informação online.

Ao contrário do que ocorre na imprensa tradicional, múltiplas vozes gritam no âmbito da web, atraindo um público que está continuamente em busca de representatividade, interação e de uma informação mais personalizada.

Prova disso é o surgimento, cada vez mais comum, de coletivos autônomos de comunicação. Sites, blogs e páginas em redes sociais voltadas para cidades, bairros e até favelas proliferam-se pelo país e desempenham uma função de divulgadores de uma realidade que nem sempre encontra espaço nos principais jornais.

Com isso, a imprensa brasileira vem perdendo força ao longo dos anos e, em 2015, chegou à penúltima posição em nível de credibilidade, como aponta o estudo Trust Barometer. Já o último lugar dessa lista foi conquistado pelo governo.

Perante esses dados, talvez seja possível concluir que o brasileiro encontrou, enfim, na internet uma comunicação em rede e personalizada, com conteúdos que dialogam com a sua realidade. A imprensa tradicional ainda não acompanha esse dinamismo e “em vez de ver a web como um novo meio, com características próprias, as empresas tradicionais a encaram como uma nova ferramenta para distribuir conteúdos, originalmente produzidos em outros formatos” (ALVES, 2006, p. 94).

Não há uma fórmula consolidada
Jornais, telejornais e revistas tornam-se, assim, um pacote limitado de notícias pré-selecionadas, baseando-se em critérios subjetivos de relevância. A crescente busca por informações nas redes sociais impõe uma urgente adaptação dos métodos de trabalho.

“Na lógica que a internet está criando, não tem sentido que eu escute algo que não escolhi. Se vou escutar um pacote de notícias, será um pacote que eu forme, de acordo com meus interesses, para ser consumido na hora que eu quiser, onde eu quiser” (ALVES, 2006, p. 97).

O caminho está aberto e a revolução tecnológica a todo o vapor. Não há diretrizes certas ou erradas a serem ou não seguidas, o que há são profissionais tateando e tentando compreender os rumos do jornalismo na era digital, seja na televisão, no rádio ou no jornal.

O que já se sabe é que a participação ativa que a internet confere ao público levará ao descobrimento de novos padrões para o exercício da profissão. Ainda não há uma fórmula consolidada, mas, sem dúvida, o público terá um papel fundamental nas decisões desses padrões daqui para a frente.

Bibliografia
ALVES, Rosental Calmon. (2006) “Jornalismo digital: Dez anos de web… e a revolução continua”. In:Comunicação e Sociedade. v. 9-10. pp. 93-102

VIANA, Natalia. (2013) “O WikiLeaks e as batalhas digitais de Julian Assange”. In: Cypherpunks. São Paulo: Boitempo. pp. 9-18

Pesquisa Edelman Trust Barometer 2015, elaborada pela empresa de relações públicas Edelman Significa. Disponível em: http://pt.slideshare.net/EdelmanInsights/2015-edelman-trust-barometer-global-results?related=1

Pesquisa Democratização da Mídia 2013, elaborada pelo Núcleo de Estudos e Opinião Pública (NEOP), da Fundação Perseu Abramo. Disponível em:http://novo.fpabramo.org.br/sites/default/files/fpa-pesquisa-democratizacao-da-midia.pdf

*** Artigo escrito por Paulo Roberto Junior que é jornalista, atualmente trabalhando no jornal O Globo

Sobre a entrevista coletiva, veja o que pensa o escritor Ruy Castro

Pergunta objetiva, direta, é a receita do bom jornalismo

Pergunta objetiva, direta, é a receita do bom jornalismo

Ao assistir a filmes americanos envolvendo jornalistas, você notará a diferença. Quando surge na tela uma entrevista coletiva, cada repórter dispara uma única pergunta, curta e objetiva, que obriga o entrevistado a fazer “gulp” antes de responder. Agora compare isto com as coletivas dos nossos repórteres de TV.

Quase todos começam por uma pergunta tão longa quanto desnecessariamente explicativa. Não satisfeitos, engatam um “…e também” e emendam uma segunda pergunta, tão longa e explicativa quanto.

Ao fim desta, o telespectador já não se lembra do que ele perguntou primeiro. Mas o entrevistado se lembra muito bem – e só responde àquela que lhe for mais confortável ou conveniente. Vê-se isso ao fim de todos os jogos de futebol, nas coletivas dos treinadores. Tem-se visto isso nas coletivas dos ministros do governo, políticos e autoridades em geral.

A condição
Você dirá que, no cinema, a dinâmica do roteiro faz com que os jornalistas tenham de parecer objetivos – não há tempo nem espaço para conversa fiada em cena. E eu responderei que esta é uma cláusula pétrea entre os repórteres americanos.

“Perguntas curtas, frases curtas, palavras curtas – e uma pergunta de cada vez”, aprendi em Nova York com Alain De Lyrot, antigo editor do Herald Tribune. “Se o entrevistado não responder a contento, você repica a pergunta.”

Nossos repórteres não se contentam com uma pergunta simples e direta. Sentem-se na obrigação de enriquecê-la, desdobrá-la e acrescentar elementos. Com isso, só a tornam confusa e o entrevistado responde o que quiser.

Eu sugeriria que, antes da coletiva, nossos repórteres se entendessem. Todos teriam direito a duas perguntas. Mas uma de cada vez. E com uma condição: além de curtas e objetivas, elas sempre deveriam terminar por um ponto de interrogação.

Da Folha de SP em 18/3/2015

Artigo: Uma imprensa sem jornalismo

Press conference with media microphones held in front of businesJá se disse neste Observatório que não existe mais uma relação orgânica entre imprensa e jornalismo no Brasil. Alguns comentaristas que se manifestam sobre os temas propostos pelo observador neste espaço, entre eles acadêmicos portadores de currículos respeitáveis, consideram exagerada, ou no mínimo controversa essa afirmação.

Mas a ruptura entre a mídia tradicional, como instituição, e o jornalismo, como atividade socialmente relevante no equilíbrio entre as forças que atuam no espaço público, fica mais evidente conforme se intensifica a disputa eleitoral. É neste período que os principais protagonistas da instituição conhecida como imprensa extrapolam de suas funções mais nobres para atuar como agentes de propaganda a serviço de determinada pauta política.

Como na frase de um antigo assessor do ex-presidente americano Bill Clinton, trata-se, como sempre, da economia: por trás de toda controvérsia abrigada pelos jornais, pode-se notar a linha d’água da questão crucial que ainda divide o mundo das ideias, grosseiramente, entre esquerda e direita. Trata-se de um embate mais próximo do pensamento religioso do que da racionalidade.

Acontece que essa matriz dicotômica não dá conta de iluminar as questões da complexa realidade contemporânea. Assim como as planilhas de uma pesquisa de opinião, por mais extensas e detalhadas que sejam, não conseguem abarcar as sutilezas que demarcam as variáveis individuais, a informação mediada passa longe de retratar a diversidade de interpretações possíveis para cada evento.

A origem dessa complexidade é facilmente identificável: quanto maior o protagonismo dos indivíduos, estimulado pela cultura de massas e facilitado pelas tecnologias de informação e comunicação, maior o peso das individualidades sobre o coletivo.

Tomemos, por exemplo, o caso da Petrobras, que frequenta o noticiário a bordo de uma sucessão de notícias sobre desvios de recursos, fraudes e supostos erros de gestão. Não há como escapar ao fato de que toda a celeuma em torno da estatal brasileira de petróleo tem como núcleo a divergência central grosseiramente delimitada entre direita e esquerda. Isolada a questão da corrupção, fenômeno histórico, o que alimenta o debate é a divergência ideológica.

A ruptura
Desde os comentários em programas noticiosos do rádio e da televisão até os artigos de economistas e jornalistas especializados, passando pelos editoriais que procuram conduzir a opinião do leitor para determinado viés, todas as manifestações credenciadas pela imprensa brasileira sobre a Petrobras carregam uma alta dose de aversão ao controle da estatal pelo… Estado.

Paralelamente ao noticiário – necessário e coerente com o papel da imprensa – sobre erros, fraudes, crimes e outros desvios na gestão da empresa, o que se critica, realmente, é a estratégia de gestão. Dizem comentaristas da mídia tradicional que o governo atual prejudica a Petrobras ao definir uma estratégia que a coloca como um dos instrumentos da política econômica.

Ora, se a aliança política que governa o país foi eleita há doze anos para conduzir um projeto de governo que se propõe a reduzir as diferenças de renda, ainda que eventualmente contrariando a doutrina do livre mercado, e o eleitorado tem renovado seus mandatos, não há como questionar a legitimidade de suas ações quando elas são coerentes com o compromisso anunciado.

A Petrobras, assim como o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal e todos os ativos do Estado são instrumentalizados para a realização desse propósito. Essa escolha permitiu, há cinco anos, que o governo utilizasse os bancos oficiais para manter a oferta de crédito, quando a crise surgida no sistema financeiro dos Estados Unidos quebrou a capacidade dos bancos privados de financiar atividades econômicas essenciais.

Sob essa estratégia, a Petrobras não apenas reduz a dependência nacional de insumos fundamentais para o dia a dia do país – também atua como fator de moderação de preços. Submetida aos caprichos do mercado, ela serviria apenas aos investidores da bolsa de ações e títulos – que, aliás, durante os anos anteriores se valeram de muita manipulação para fazer lucros da noite para o dia.

Essa é apenas uma das muitas complexidades que a mídia tradicional não penetra, nas intervenções diárias que protagoniza no debate eleitoral. Por quê? Porque não existe mais a relação orgânica entre imprensa e jornalismo no Brasil.

Por Luciano Martins Costa em Observatório da Imprensa

Jornalismo: Ranking da Folha indica os 10 melhores cursos do país

SalvadorNetoComunicação-cursos-faculdades-jornalismo-comunicaçãosocial-rankingFeito pela Folha de S. Paulo desde 2012, o Ranking Universitário Folha (RUF) foi divulgado nesta semana. O estudo avalia anualmente o ensino superior no Brasil e indica quais são as melhores universidades do país a partir de cinco indicadores: pesquisa, internacionalização, inovação, ensino e mercado. Neste ano, além da lista com o nome das instituições, o ranking traz uma divisão que fala especificamente dos cursos.

Em relação ao jornalismo, o TOP 10 reúne instituições públicas e privadas, levando em conta que, das 10 melhores colocadas, 8 ficam na região sudeste, sendo a Universidade de São Paulo (USP) a ocupar o primeiro lugar, seguida da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUCSP), na segunda e terceira posição, respectivamente.

Fora da região sudeste, as universidades que estão entre as 10 melhores são: Universidade Federal do Rio Grande do Sul (5°) e Universidade Federal da Bahia (6°). Ainda compõe a lista a Universidade Federal de Minais Gerais (4°), Faculdade Cásper Líbero (7°), Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (8°), Universidade Presbiteriana Mackenzie (9°) e Escola Superior de Propaganda e Marketing (10°).

Ao acessar o ranking, o internauta poderá encontrar a avaliação de cada um dos 40 cursos de graduação com mais ingressantes no Brasil e as melhores instituições divididas por segmentação como ensino, inovação e internacionalização. Para fazer o estudo, a Folha reunião dados em bases de patentes brasileiras, periódicos científicos, MEC e pesquisas nacionais de opinião feitas pelo Datafolha, que entrevistou 611 professores universitários e 1.970 responsáveis por recursos humanos.

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Crises: Como evitar danos com plano preventivo

Antecipar e planejar, eis o caminho para a gestão de crises de imagem

Antecipar e planejar, eis o caminho para a gestão de crises de imagem

Todas as empresas, organizações políticas, sociais, governamentais, personalidades de todos os segmentos, sejam políticos, atores, atletas, artistas plásticos, e até você mesmo, sim, você que mantém seus perfis em mídias e redes sociais, podem enfrentar problemas com a imagem, pessoal ou empresarial.

Negar isso é o primeiro passo para um retumbante fracasso, com danos enormes (às vezes irrecuperáveis) para seus negócios. projetos, vida pessoal. Lidar com crises faz parte do ofício de quem atua na área de assessoria de imprensa e comunicação em geral. Não raro há problemas ambientais com a operação de uma empresa, denúncias de desvios e más condutas por parte de agentes políticos, uma foto mal utilizada, ou declarações infelizes dadas à jornalistas, revistas, jornais, ou até publicadas em perfis empresariais e pessoais.

Claro, há como evitar tais erros, economizando alguns milhares de reais, dólares ou euros com atitudes preventivas que pelo menos minimizem as oportunidades de erros, e de crises com a imagem. Veja algumas atitudes que são essenciais e práticas que temos na agência:

1) Construção de um plano preventivo: realize um diagnóstico profundo com mapeamentos dos principais pontos negativos da sua empresa, seus diretores, as práticas corporativas, o sistema produtivo, tudo! Seja altamente transparente com você mesmo e seus negócios.

2) Definir planos de ação aos riscos: com base neste mapeamento anterior, coloque suas energias para escrever sobre cada um dos erros e problemas, especificando o porque existem, quais as causas, o que se está fazendo para melhorar, etc. Isso facilita a reação com mídia em geral, que deve ser rápida.

3) Comunique geral: sim, com base em todo o plano preventivo, as definições claras, muito claras, sobre todos os problemas e erros, você deve comunicar isso de forma também objetiva e transparente aos funcionários, de cada “andar” da organização com sua linguagem, especialmente diretores, gerentes, etc.

4) Treine, treine, treine: com tudo isso pronto (passos 1 a 3) é hora de capacitar, treinar, preparar seu time para qualquer crise que possa ocorrer. Realize oficinas de mídia, treinamentos especiais para lidar com a imprensa tradicional (rádio, tv, jornais, sites, blogs) e mídias e redes sociais. Capacitados, seus profissionais comunicam melhor, com objetividade, e municiados de informações estratégicas contidas no plano preventivo.

5) Abra o coração: sim, seja aberto à imprensa sempre, aos repórteres, colunistas, blogueiros, ativistas, com mediação de profissional de comunicação habilitado e experiente para isso. Quando acontecer a crise, e nunca esqueça disso, ela pode acontecer a qualquer um, há um caminho a seguir.

Com a mente aberta para esses passos, algumas dicas de quem já enfrentou muitas e variadas crises de imagem com seus clientes, esperamos que você e sua empresa ou organização tenham compreendido que melhor é prevenir que remediar, consertar. Sucesso!

* Escrito por Salvador Neto, consultor estratégico em comunicação, planejamento e gestão de comunicação, marketing, assessoria de imprensa, mídias sociais e conteúdo. Tem mais de 20 anos de serviços prestados em assessoria de imprensa em vários segmentos, já enfrentou crises de imagem das brabas!

Assessoria de Imprensa: Por que investir, o que esperar?

Credibilidade e profissionalismo: ganhos com assessoria de imprensa profissional

Credibilidade e profissionalismo: ganhos com assessoria de imprensa profissional

Pode parecer estranho falar do tema assessoria de imprensa em tempos de alta tecnologia em que as notícias são, inclusive, compartilhadas ao vivo por pessoas comuns via celulares, tablets e outros, utilizando as mais diversas mídias sociais existentes como YouTube, WhatsApp, Facebook, etc. Mas o fato é que ainda hoje muitas, mas muitas empresas mesmo e de todos os portes e segmentos do mercado, não enxergam a importância de contar com um serviço altamente especializado e profissional no trato da informação, e principalmente, na mediação com as mais diversas mídias.

Recentemente os grandes jornais do país anunciaram um grande movimento comum de sobrevivência ante os novos tempos, juntando forças para a busca de anunciantes, tanto para meios tradicionais como os impressos, quanto para os sites e blogs, mídias sociais de cada um deles. Outro movimento, e este já vem de alguns anos, é o corte de pessoal das redações, os colegas jornalistas. Hoje é perceptível a redução dos profissionais que vão às ruas em busca da notícia, da apuração, e mais que isso, seus textos além de serem mais curtos diante dos projetos gráficos mais enxutos, são utilizados em vários meios de comunicação dos grandes grupos de mídia.

Portanto é mais do que presente a necessidade de uma assessoria de imprensa ao lado dos diretores, gerentes e gestores de grandes grupos, conglomerados, grandes, médias e até pequenas empresas que desejam atingir nichos específicos do mercado. Você pode questionar então: mas para quê contratar este serviço já que as coisas estão mais rápidas, os compartilhamentos são mais ágeis? Simples: porque o tratamento da informação, a análise e diagnósticos dos movimentos do mercado, o olhar atento às oportunidades de virar notícia, e fundamentalmente, a produção de conteúdo jornalístico de bom nivel para todas, disse todas, as mídias existentes, é essencial para garantir espaços generosos nos noticiários. Uma publicidade barata porque editorial, e não via propaganda.

A assessoria de imprensa hoje é garantia de gestão eficaz da imagem dos negócios, da empresa, das personalidades, dos projetos, porque também vira gestora dos conteúdos e relacionamentos nas mídias sociais. Além do planejamento, execução e gestão do conteúdo das notícias postadas nas páginas do Facebook, Linkedyn, Twitter, entre outras mídias sociais, o controle do que é publicado, as respostas, as promoções, os lançamentos de produtos, e até o atendimento ao cliente/consumidor – antigos SAC – podem e devem ser cuidados por uma assessoria capaz, experiente e moderna. No mundo atual elas atuam como gestoras ainda mais especialistas do que antes, quando somente a mediação com jornalistas das redações já bastava para colher bons frutos para empresas e negócios.

O que esperar ao ter uma assessoria de imprensa total? Ótimos resultados, manutenção de relacionamentos especiais com imprensa tradicional, moderna, sociedade civil, organizações sociais e governamentais, mostrando alto profissionalismo e cuidado com seus produtos, negócios, e futuro! Invista em assessoria de imprensa, o seu retorno é garantido em curto prazo.

* Escrito por Salvador Neto, consultor estratégico em comunicação, planejamento e gestão de comunicação, marketing, assessoria de imprensa, mídias sociais e conteúdo. Tem mais de 20 anos de serviços prestados em assessoria de imprensa em vários segmentos.