Marketing Digital – Empresas esperam crescimento de 30% no setor

estrategia-de-marketing-digital-no-comercio-eletronicoO marketing digital ganhou popularidade em 2016 com pequenas, médias e grandes empresas firmando presença online e promovendo serviços e produtos por meio de vários canais digitais, tais como: mídias sociais, websites e afins. Hoje, o marketing está dando lugar a formas mais inteligentes de comunicação, que se baseiam na entrega com qualidade , ao invés de apenas produtos ou serviços.

“O ano de 2016 foi agitado para o meio digital. Podemos destacar a aquisição do LinkedIn por U$ 26 bi pela Microsoft, o Pokemon Go que se tornou o game mais jogado dos EUA em uma semana, e no e-commerce, a Alibaba anunciou um faturamento de U$ 14,3 bi em apenas 24 horas no Single’s Day, data comemorativa na China. No Brasil, a Black Friday cresceu 17%, segundo a Ebit, e empresas de automação de marketing receberam investimentos na casa dos R$ 60 milhões”, explica Daniel Cardoso, especialista em e-commerce e Marketing Digital da Impacta Treinamentos.

Para Cardoso, a mídia programática está deixando de ser exclusiva dos grandes anunciantes e passa a entrar no orçamento das empresas de médio porte. “As companhias começam a entender e a utilizar mais atendimentos por Bots, que permitem, por exemplo, que um cliente de banco consulte seu saldo por meio do Facebook”.

Incerteza econômica e marketplaces são desafios
A Crise econômica tem sido um grande obstáculo para o setor e possivelmente continuará sendo em 2017. De acordo com Vinicius, um grande problema a ser resolvido pelos varejistas online é o crescimento dos marketplaces.

“Algumas lojas virtuais decidiram focar quase 100% dos esforços neste modelo de divulgação, visando aumentar as vendas. Obviamente, os marketplaces são importantes e essenciais para as lojas virtuais. Contudo, com a consolidação e o aumento de concorrentes nos grandes portais brasileiros, os varejistas perceberam que é importante também vender por outros canais em seu próprio site, onde muitas vezes é possível vender mais barato, especialmente usando o e-mail marketing”.

Já Daniel acredita que o maior obstáculo é a incerteza dos empresários que aguardam uma maior estabilização do cenário macroeconômico. “Para 2017 apesar do ritmo lento do crescimento da economia, as empresas precisam ser ágeis em busca do melhor retorno de mídia, o que é positivo para o Marketing Digital, bastante efetivo e mensurável”.

Setor espera ano promissor
Em 2017 o marketing digital deve avançar em busca de personalização da comunicação. “As empresas que se dedicam a estudar e mapear detalhadamente quem é o seu cliente ideal – a persona – saem na frente para estabelecer uma comunicação mais eficiente. Na Mailbiz, trabalhamos focados em ajudar cada cliente a se comunicar melhor com o seu público, para colher como resultado maior engajamento e volume de vendas. Pretendemos crescer 75% em 2017 no que se refere à base de clientes”, afirma Vinicius.

O atual cenário econômico aumentou a procura por capacitação no setor. Daniel conta que a Impacta registrou um crescimento de 40% nos cursos de Marketing de Conteúdo e de Mídias Sociais.

“Esperamos que o crescimento se mantenha. Temos a intenção de ampliar nossa gama de cursos para melhor atender a demanda de mercado”. O CEO da Pílula Criativa também vislumbra melhoras para o futuro. “Pretendemos crescer 30% em 2017, e aumentar nosso leque de ofertas, tornando a agência ainda mais completa”, conclui Thiago.

Com informações do Dino

Descubra o que é “storytelling”

Crie a narrativa e deixe seus clientes encantados

Crie a narrativa e deixe seus clientes encantados

O consumidor navega na internet e é impactado pelos anúncios que pipocam na tela. Na TV, há comerciais antes, durante e depois de cada programa. No rádio, na rua, pelo celular ou via correio, as informações chegam a todo o momento. Nesse cenário caótico, é possível engajar o cliente de forma genuína, conquistando sua atenção? Descubra o que é storytelling e encontre a resposta.

Neste artigo, você vai descobrir como implementar essa técnica para impulsionar as campanhas de marketing e comunicação da sua empresa. Preparado? Então senta que lá vem história. Encantar e engajar os consumidores são os principais objetivos das empresas que aderem ao storytelling.

O que é storytelling
Como explica Marcília Urcini, líder de Engajamento para Marketing na Edelman Significa, a filial sul-americana da maior agência de relações públicas do mundo, o storytelling é definido como a capacidade de contar uma história.

“As pessoas fazem isso o tempo todo, e a verdade é que ele se tornou uma importante ferramenta para que as marcas possam se conectar com os seus consumidores de maneira mais eficaz”, explica.

Quando a informação se torna abundante, os consumidores ficam anestesiados : pouca coisa é impactante a ponto de comovê-los. É justamente aí que reside o diferencial do storytelling. “Contar uma história única e real é algo envolvente, que cria proximidade, simpatia, identificação e conexão”, argumenta Marcília.

A especialista aponta que a dificuldade de engajamento cria problemas para a construção da identidade da marca, e pode ser verificada em pesquisas com consumidores. “Os resultados da última edição do brandshare™ , estudo global da Edelman com foco em consumo, mostraram que as marcas não estão conseguindo criar relações mutuamente benéficas com seus públicos”, revela.

Dois terços dos participantes do estudo acreditam que os relacionamentos com as marcas são unilaterais e de valor limitado . Além disso, para 70% dos consumidores, a única razão pela qual as marcas buscam o relacionamento é aumentar o próprio lucro.

“Isso nos mostra que as pessoas querem, cada vez mais, uma troca de valor efetiva , que requer comprometimento por parte das marcas”, analisa Marcília. A conclusão é de que as empresas devem ter mensagens claras e precisam se manter abertas aos diálogos, já que, segundo ela, o consumidor deseja ser co-autor das histórias.

Um dos melhores exemplos para ilustrar essa forma de interação foi a campanha realizada pela Lego em 2012. Para encantar seus clientes e celebrar seu 80º aniversário, a empresa criou uma animação para contar a origem do brinquedo e abordar as tentativas, erros e acertos da família Christianse.

Como apostar no storytelling
Listamos, a seguir, algumas ideias para você implantar o storytelling na estratégia de marketing da sua empresa. Confira:

– Atenção aos clientes
Aprenda com as histórias dos seus clientes e utilize-as, na medida do possível, para ilustrar a sua campanha de comunicação. Se você conseguir mostrar de que forma a sua empresa impacta a vida dos consumidores , ficará mais fácil atrair novos fãs.

– Direcione o conteúdo para o público-alvo
Quem é seu público-alvo? É ele que delimitará a linguagem e abordagem das suas histórias. Ao descobrir os problemas e as necessidades das pessoas que você pretende atingir, você consegue construir uma narrativa orientada.

– Seja coerente
Os consumidores recorrem a diversas fontes de informação para formar sua opinião, por isso é preciso contar a mesma história em todas elas. “É fundamental que a marca construa uma narrativa coerente, com mensagens consistentes nos diferentes meios de comunicação (mídia tradicional, híbrida, canais sociais e proprietários)”, aponta Marcília Urcini, da Edelman Significa.

Isso é especialmente importante porque, caso contrário, sua empresa perde credibilidade . “Os riscos que envolvem uma história que não existe são os de abalar a reputação, criar distanciamento e impactar negativamente uma relação que estava sendo estabelecida de forma emocional”, esclarece Marcília.

– Assuma a iniciativa
Para finalizar, a especialista afirma que é fundamental dar o exemplo e transformar o discurso em ações . “Para manter relações vivas, a marca deve compartilhar propósitos, valores e atitudes reais. Ela precisa ser e agir antes de comunicar. As pessoas esperam relevância, afetividade e verdade nessa troca”, explica.

Com informações do Terra.

Guia para ONGs: Instituto Walmart lança publicação

SalvadorNetoComunicação-ONGs-guia-publicação-walmart-marketing-publicidade-propagandaO Instituto Walmart lança, em parceria com o SESC Mesa Brasil, o Guia para Gestão de Organizações Sociais de Base Comunitária. O objetivo do material é apoiar a formação de pessoas e organizações que atuam em comunidades. A publicação é um instrumento pedagógico dividido em cinco capítulos compostos por metodologias, orientações, dicas e sugestões.

No primeiro módulo, o foco é modelo de gestão e planejamento, trazendo conteúdos sobre a melhor forma de descobrir o formato de gestão adequado para cada organização e a importância do planejamento para qualquer ação e atividade. O módulo dois tem como proposta levar aos integrantes das organizações de base elementos essenciais sobre o gerenciamento de projetos.

O terceiro capítulo trata da elaboração de relatórios e documentação, destacando a importância de ter registros e organizar as memórias dos projetos. Prestação de contas é o tema do módulo quatro, que traz orientações e soluções para que essa atividade seja tratada com simplicidade. O último capítulo trata de comunicação e divulgação, temas bastante importantes para o bom desempenho das organizações de base.

O material foi originado no Programa Bombando Cidadania, primeira experiência de desenvolvimento local do Instituto Walmart, e posteriormente aprofundado para as organizações que participam da Caravana Instituto Walmart. Desde 2011, o programa percorreu dez capitais, envolvendo mais de 500 instituições nos encontros presenciais, que discutiam de forma lúdica e interativa seus processos internos e desenvolvimento organizacional.
A publicação estará disponível no site do Instituto Walmart a partir de amanhã, dia 28/07/2014. Para mais informações sobre acessewww.iwm.org.br.

Porque sua marca nunca será como a Apple? 7 razões respondem!

apple-iphone-stevejobs-salvadornetocomunicaçãoVocê pode estar suando a sua camisa para fazer a sua empresa acontecer e se diferenciar do mercado. Mas, não conseguirá revolucionar nada. Mais valiosa, admirada e também odiada marca do mundo, com mais de 100 bilhões de dólares em receitas anuais e um aumento de 66% nas vendas líquidas no ano passado.

E difícil até mesmo para os defensores fervorosos do PC não admitirem que estamos diante de uma empresa fora do comum. A Apple arrecadou 50% dos lucros da venda de telefonia de celular no mundo, enquanto tinha apenas 4% das vendas. Essa é uma ótima notícia, não?

Depende. A má notícia é que para a maioria das empresas e muito provavelmente isso sirva para a sua, puxar o exemplo da maçã é tão possível quanto ganhar na mega-sena. Duvida? Então aí vão algumas razões pelas quais a sua empresa possivelmente não vai conseguir criar uma marca tão magnífica quanto a Apple.

#1. O seu produto não é sensacional
Diga-nos se o seu produto ou serviço é realmente melhor do que ele poderia ser – no mundo dos sonhos? A sua empresa está altamente comprometida com a qualidade, inovação, design e simplicidade – um caminho que a Apple sempre trilhou?

O que você e a sua empresa fazem é realmente bom o suficiente, ou é apenas bom, ou “da pro gasto”? A marca mais valiosa do mundo não pensa assim. Se a sua empresa quer ser como a Apple, comece com um compromisso de produzir o melhor produto ou serviço que as pessoas podem imaginar. Não se contente com qualquer produto, ou qualquer solução.

Não dê nada ao mercado que não esteja perfeito. O seu produto veio revolucionar o mercado? O seu produto veio revolucionar o mercado?

#2. Você não se importa suficientemente com seus clientes
As marcas mais bem sucedidas do mundo não se tornam bem sucedidas sem uma profunda dedicação e doação às necessidades dos seus clientes. O foco da Apple no cliente é lendário. É só gastar uns 5 minutos dentro de uma Apple Store  que você vai entender do que estou falando. Aliás, esse deveria ser um exercício obrigatório para todo o varejista entender como deve tratar seus clientes.

Mas, se você não sabe do que estamos falando, aqui vão alguns exemplos: Funcionários simpáticos e informados sempre dispostos a ajudar, cumprimentando os clientes no momento em que estes entram nas lojas; As compras vêm até você. Seu novo iPhone, iPad, Mac será definido exatamente da maneira que você quiser na loja, por uma pessoa simpática, que realmente se importa que aquele produto funcione maravilhosamente bem pra você;

Se você tiver um problema ou dúvida, o Genius Bar está disponível à sua conveniência – uma melhoria enorme sobre o frustrante serviço de suporte técnico oferecido por 99,9% das empresas do mundo todo. Não me admira que as lojas da Apple tenham em média 18 mil visitantes em média por semana e arrecadem 10 vezes mais do que outros varejistas de sucesso.

Se você está seriamente comprometido em elevar a sua marca ao padrão Apple, você precisa ter uma página no seu manual de treinamento:

Abordagem de clientes com uma recepção personalizada e quente.

Probe (sonde) educadamente para atender todas as necessidades dos clientes.

Present (apresente) uma solução para o cliente levar para casa hoje.

Listen (escute) para resolver quaisquer problemas ou preocupações.

End (finalize) com um adeus afeiçoado e um convite para voltar.

Se todas as empresas do mundo adotarem esse tipo de estratégia, certamente alcançaremos a paz mundial.

#3. A sua empresa não é bonita o suficiente
Sejamos honestos. Pessoas bonitas sempre aparecem muito mais do que os não tão bonitos. E isso vale para tudo: sites, produtos, carros, casas, etc. Um dos mais notáveis focos da Apple é a sua estratégia de design impecável. Seus produtos, lojas, sites, anúncios, embalagens de mercadorias – até mesmo o sistema operacional – é milhares de degraus mais bonitos do que o melhor concorrente depois dela.

E a sua empresa? Se você não dedica esforço substancial e talento para projetar um produto que não apenas funciona muito bem, como também atende as necessidades dos clientes – e é bonito – então você está perdendo uma grande oportunidade de aprender com a Apple e se distanciar dos concorrentes.

A sua loja é tão atraente quanto a Apple Store? A sua loja é tão atraente quanto a Apple Store?

#4. A sua empresa não diz não às coisas
Em 1997, Steve Jobs sentou-se na conferência de desenvolvimento da Apple, respondeu às perguntas da audiência e disse a famosa frase: “decidir o que não fazer é tão importante quanto decidir o que fazer”. Pouco depois disso, Jobs reduziu os produtos da Apple que totalizavam 40 para apenas 4.

Esse tipo de foco – embora difícil de ser alcançado – é fundamental para colocar o destino da Apple de pavoroso, para impressionante, uma vez que naquela época a Apple estava à beira da falência. Foco exige imensa disciplina, bem como grande clareza e respeito ao usuário final. O foco exige que você renuncie aos projetos brilhantes, tendências, desafios competitivos e também ao seu desejo de espalhar sucesso o mais longe possível. Faça do “menos é mais” a sua religião.

A sua marca nunca será como a Apple se a sua empresa não aprender a se concentrar no que importa para os consumidores acima de tudo.

#5. Você não desafia a mesmice
Vamos parar e refletir por um instante. É muito fácil parar e criticar a Apple, principalmente para os invejosos. Para começar, eles cobram duas ou três vezes mais caro por seus produtos do que o concorrente e estão notoriamente fora das mídias sociais (com exceção dos fanboys que inundam as redes sempre). Além disso, temos também a personalidade excêntrica de Steve Jobs, que mesmo depois de morto ainda dita os rumos da companhia.

Mas, Jobs tinha culhões. Steve foi um homem disposto e até impulsionado a assumir riscos. E não apenas riscos normais, mas grandes riscos. E isso não tem a ver apenas com a emoção pelos riscos, mas sim por que ele tinha um desejo insaciável de fazer as coisas melhor, além de uma confiança inabalável em sua própria intuição.

“A intuição é uma coisa muito poderosa, mais poderosa do que o próprio intelecto, na minha opinião. Isso teve um grande impacto sobre o meu trabalho”. Steve Jobs. Desde a icônica campanha do “Think Diferent”, passando pelo Genius Bar, iTunes, iPad, a Apple tem estado sempre na vanguarda da invenção não apenas de dispositivos, mas de mercados inteiros.

Quando foi a última vez que você desafiou o status quo. Considere perguntar, em um momento de decisão: “o que Steve faria?”. O que Steve Jobs Faria no seu lugar? O que Steve Jobs Faria no seu lugar?

#6. A sua empresa quebra as suas promessas
Se pararmos para analisar, uma marca nada mais é do que uma promessa. Uma medida de confiança para qual o consumidor chega a uma decisão no momento em que faz uma escolha.

A marca Apple promete que através dos seus produtos, a sua individualidade triunfará. O seu iPhone, iPad, iPod irá te libertar de tudo. A Apple promete que quando você compra um iDevice você vai se tornar parte de uma comunidade de pensamento avançado independentes e que se recusam a ser detidos. Você será um tipo criativo de pessoa.

Sua escolha de um Mac, ao invés de um PC vai mostrar que  você está mais consciente  e mais evoluído do que aquele cara da Dell que senta na mesa ao lado. Você paga um prêmio por esse privilégio. Mas, vale a pena. Porque você confia que a Apple cumpre as suas promessas. E eles fazem. Quando Steve Jobs anunciou no iPhone um produto mágico e revolucionário ele estava dizendo a verdade. A sua marca está fazendo jus a sua promessa? Se não estiver, é hora de repensar tudo isso.

#7. A sua empresa não tem um bom porquê
No final de 1990 a Microsoft parecia uma força inalcançável, capturando os gigantes do passado, como Coca-Cola e GE para se tornar a empresa mais valiosa do mundo e a primeira a ultrapassar um limite de mercado de 500 milhões de dólares. Mas, como disse Henry Ford: “uma empresa que não faz nada, mas tem dinheiro é um negócio pobre” e, se olharmos para o que aconteceu com as ações da Microsoft e Apple prova o quanto essa afirmativa é verdadeira. O que há de tão diferente nessas duas empresas?

Uma delas é conhecida por criar produtos realmente úteis. A outra é admirada por fazer as coisas diferentes e  mudar completamente a nossa forma de experimentar a tecnologia. Ambas as marcas têm uma resposta muito clara à pergunta: “o que você faz?”, mas só uma tem uma resposta muito clara à pergunta “por que você faz isso?”.

A sua empresa tem uma razão clara e convincente do porque você faz o que faz? Qual o por quê da sua empresa? Qual o por quê da sua empresa?Sua empresa nunca será como a Apple. Não é apenas por ter um logotipo icônico ou uma embalagem sexy para os seus produtos que a Apple se tornou a empresa e marca mais valiosa do mundo. É tudo uma combinação poderosa de:

1) dedicação a um produto incrível; 2) sentimento verdadeiro para os clientes; 3) paixão por design; 4) foco extremo; 5) a coragem de reinventar tudo; 6) a entrega consistente da sua promessa; e 7) uma resposta muito clara ao por quê. Se você e a sua empresa conseguirem algo semelhante, talvez veremos a sua emrpesa juntamente com as marcas mais valiosas em alguns anos. E isso será magnífico.

O que você acha que leva uma marca ser vista como extraordinária pelas pessoas? Quais marcas que você acha que atingiram o status da Apple?

* Este artigo foi adaptado do original “7 reasons your brand will never be as awesome as Apple”, do HubSpot Blog e publicado no Jornal do Empreendedor

Facebook e engajamento dos seus fãs

Não basta ter fãs, tem de engajar...

Não basta ter fãs, tem de engajar…

Você sabe como engajar os fãs da sua página? Nos tempos de hoje, não basta somente ter um número expressivo fãs no Facebook, e sim fazer com seus seguidores participem e se comuniquem com você, com a marca ou empresa. Pensando nisso pesquisamos que tipo de atualizações funcionam melhor para as páginas do Facebook para aumentar a interação com os usuários e encontramos estas dicas interessantes que você provavelmente achará útil para tornar a sua página mais envolvente:

– Postar foto gera 39% mais interações. De acordo com a Kissmetrics, posts com fotos geram 53% mais likes, 104% mais comentários e 84% cliques no link anexado.

– Posts pequenos geram 23% mais interações. Escrever posts com menos de 250 caracteres tende engajar 60% a mais do que os textos longos. Com menos de 80 caracteres, o engajamento sobe para 66%

– Usar Emotions nos comentários aumenta em 33%. De acordo com AMEX OPEN Forum infographic, usar emoticons nos comentário pode fazer uma grande diferença na taxa de engajamento. Eles podem gerar 33% mais comentários, e compartilhamento também. Como também posts com emotion conseguem 57% mais likes do aqueles sem.

– Posts com perguntas geram 100% mais comentários. Conforme o infográfico da Kissmetrics, 100% dos posts que continham um questionamento para os usuários gerram mais comentários.

– 35% dos fãs da Fanpage costumam participar dos comentários. O site Socially Stackedapresentou alguns dados informando que 35% dos usuários que deram like na Fanpage participam muito mais nos comentários.

– 42% de fãs curtem posts que oferecem cupom e descontos.

Com informações do Café e Marketing

Marketing Eleitoral e Mídias Sociais nas eleições de 2014

Candidatos devem investir com profissionalismo no marketing digital

Candidatos devem investir com profissionalismo no marketing digital

Ainda em fase de organização de equipes, estratégias e planos, a campanha eleitoral deste ano promete ser um divisor de águas entre as estratégias tradicionais e as digitais. Assim como já em 2012 nas eleições municipais, que foram decididas nos detalhes dos embates nas mídias sociais, o resultado das urnas em 2014 vai depender do que cada campanha realizar também nos meios digitais. É verdade que o corpo a corpo, o contato físico e social com os eleitores é fundamental, mas desprezar a comunicação digital poderá ser fatal para as pretensões dos candidatos.

Não vamos falar aqui do case Obama. Vamos falar do que temos no Brasil, um país vasto para a ação de marketing digital, mas ainda fraco em engajamento politico permanente como se faz nos EUA. E isso é determinante. Não há formulas magicas, há trabalho, pesquisa, diagnóstico correto e definição de ações que atinjam os públicos alvos de forma séria, responsável, objetiva, alinhadíssimas as realidades existentes no meio físico. Afinal, marketing é criar as condições para uma venda eficiente, com base no que existe de verdade a oferecer. Na área digital não é diferente.

O candidato que colocar todas as suas fichas nas mídias tradicionais tende a correr um sério risco. Porque o público jovem está nas mídias sociais. Porque sua mensagem chega a milhares de eleitores em segundos, sem gastar recursos naturais (panfletos/jornais = menos árvores), e de forma viral, engajando milhares em uma comunicação moderna. Como sempre defendemos em nossa agencia, planejar é o primeiro passo. Define, separadamente, os planos tradicional e digital. Cada qual tem suas ferramentas, e que devem ser escolhidos de acordo com os públicos-alvo, cenários pré-existentes, e em sinergia com os momentos de campanha.

Nada de colocar nas mãos de assessores sem capacitação sua comunicação digital. Monte equipes separadas para gerir sua comunicação eleitoral. Se você planejar bem, certamente terá somente uma equipe trabalhando, e somente no digital. Utilizar as mídias Facebook, o Twitter, o Youtube e o Google + será imprescindível. Criar conteúdos específicos também. E uma estratégia especial para a reta final dias antes das eleições e do voto, é tarefa que pode garantir o mandato tão desejado. Se preparar para atos de guerrilha digital contrários é determinante. Email marketing deve ser utilizado sempre para já eleitos, e na campanha de forma comedida. Mensagens via celular, é tiro no pé.

Há ferramentas como o Google Adwords, Facebook Ads, entre outras, que podem e devem ser utilizadas em fases de pré-campanha para atrair gente interessada em debates estratégicos para a vida de todos. Afinal, se ainda não somos um país tão consciente do ponto de vista politico, temos avanços no uso das mídias digitais como arma de conquista de corações e mentes desde as eleições de 2002. Nossa dica fundamental: não se descuide do marketing digital, e planeje, planeje. Desta forma a conquista dos votos será mais eficiente. E consciente.

* Salvador Neto é jornalista, consultor em comunicação, especialista em planejamento da comunicação, diretor da agência Salvador Neto Comunicação. É editor do Blog Palavra Livre (www.palavralivre.com.br), apresenta o programa de entrevistas Xeque Mate na TV Babitonga Canal 9 da NET Joinville (SC) (www.babitonga.tv.br) e é profissional com mais de 20 anos de atuação na comunicação em diversos setores.

Marketing Digital: O conteúdo é rei!

Não basta estar no meio digital, tem de estar de forma profissional

Não basta estar no meio digital, tem de estar de forma profissional

Com o crescimento cada vez mais acentuado no uso da tecnologia, e da internet por excelência, fazer marketing digital se tornou fundamental para o sucesso nos negócios. Estar na rede internacional é estar vivo, ativo, participante do mundo dos negócios de forma moderna, atraente, e gerando negócios a partir de sua aldeia para um espaço mercadológico sem fronteiras. Mas não basta apenas criar um site, e estar presente em mídias sociais como Facebook, Linkedyn, YouTube e outros.

Muitas empresas pensam que entrar na rede com qualquer site, estático, feito por criadores de sites a distancia, ou mesmo em plataformas pré-concebidas, já basta. Minha vida na comunicação me diz que não, pois executei vários projetos na área. Primeiramente, é preciso planejar, como já dissemos em post anterior (clique aqui). Compreender todos os cenários, públicos, dados, relacioná-los, e aí sim, decidir quais ações e ferramentas utilizar. Senão, são tempo e dinheiro perdidos.

Mais ainda que isso, mesmo você acertando os passos de planejamento, escolhendo as mídias aonde vai estar ativo e atuante, é preciso profissionalismo na geração do conteúdo e na gestão destes meios de comunicação digitais. Há que se ter uma estratégia clara de conteúdo, e não deixar nas mãos de estagiários, ou funcionários de algum setor da empresa, a responsabilidade tanto da gestão quanto da geração do conteúdo. Erros nas mídias tradicionais já são traumáticos, imaginem na esfera digital! Um desastre completo!

Nada contra estagiários, mas o que se quer ilustrar é que o conteúdo a ser publicado e distribuído em nome da empresa tem de ser delegado a profissionais experientes, especializados, conhecedores do contexto e hábeis escritores. Escrever é algo misterioso para escritores, e algo tão sério que há profissões como jornalistas, redatores, preparados para dar sentido ao que vai ao papel ou tela, ou mídias sociais e sites. Estagiários podem sim executar, desde que monitorados por estes profissionais.

Os textos devem ser produzidos por profissionais do texto, capacitados na pesquisa, ordenamento, escrita, e sentido ao tema proposto. Além disso, de um conteúdo “rei”, é preciso o monitoramento das participações de clientes, público, fornecedores, respondendo dúvidas, gerando negócios… Portanto, antes de entrar no mundo digital, pense bem, encontre parceiros conhecedores do tema, e aí, sim entre com firmeza e profissionalismo. Aí é caminho certo para bons negócios.

* Salvador Neto é jornalista, consultor em comunicação, especialista em planejamento da comunicação, diretor da agência Salvador Neto Comunicação. É editor do Blog Palavra Livre (www.palavralivre.com.br), apresenta o programa de entrevistas Xeque Mate na TV Babitonga Canal 9 da NET Joinville (SC) (www.babitonga.tv.br) e é profissional com mais de 20 anos de atuação na comunicação em diversos setores.