Arquivar março 2014

Facebook e engajamento dos seus fãs

Não basta ter fãs, tem de engajar...

Não basta ter fãs, tem de engajar…

Você sabe como engajar os fãs da sua página? Nos tempos de hoje, não basta somente ter um número expressivo fãs no Facebook, e sim fazer com seus seguidores participem e se comuniquem com você, com a marca ou empresa. Pensando nisso pesquisamos que tipo de atualizações funcionam melhor para as páginas do Facebook para aumentar a interação com os usuários e encontramos estas dicas interessantes que você provavelmente achará útil para tornar a sua página mais envolvente:

– Postar foto gera 39% mais interações. De acordo com a Kissmetrics, posts com fotos geram 53% mais likes, 104% mais comentários e 84% cliques no link anexado.

– Posts pequenos geram 23% mais interações. Escrever posts com menos de 250 caracteres tende engajar 60% a mais do que os textos longos. Com menos de 80 caracteres, o engajamento sobe para 66%

– Usar Emotions nos comentários aumenta em 33%. De acordo com AMEX OPEN Forum infographic, usar emoticons nos comentário pode fazer uma grande diferença na taxa de engajamento. Eles podem gerar 33% mais comentários, e compartilhamento também. Como também posts com emotion conseguem 57% mais likes do aqueles sem.

– Posts com perguntas geram 100% mais comentários. Conforme o infográfico da Kissmetrics, 100% dos posts que continham um questionamento para os usuários gerram mais comentários.

– 35% dos fãs da Fanpage costumam participar dos comentários. O site Socially Stackedapresentou alguns dados informando que 35% dos usuários que deram like na Fanpage participam muito mais nos comentários.

– 42% de fãs curtem posts que oferecem cupom e descontos.

Com informações do Café e Marketing

Marketing Eleitoral e Mídias Sociais nas eleições de 2014

Candidatos devem investir com profissionalismo no marketing digital

Candidatos devem investir com profissionalismo no marketing digital

Ainda em fase de organização de equipes, estratégias e planos, a campanha eleitoral deste ano promete ser um divisor de águas entre as estratégias tradicionais e as digitais. Assim como já em 2012 nas eleições municipais, que foram decididas nos detalhes dos embates nas mídias sociais, o resultado das urnas em 2014 vai depender do que cada campanha realizar também nos meios digitais. É verdade que o corpo a corpo, o contato físico e social com os eleitores é fundamental, mas desprezar a comunicação digital poderá ser fatal para as pretensões dos candidatos.

Não vamos falar aqui do case Obama. Vamos falar do que temos no Brasil, um país vasto para a ação de marketing digital, mas ainda fraco em engajamento politico permanente como se faz nos EUA. E isso é determinante. Não há formulas magicas, há trabalho, pesquisa, diagnóstico correto e definição de ações que atinjam os públicos alvos de forma séria, responsável, objetiva, alinhadíssimas as realidades existentes no meio físico. Afinal, marketing é criar as condições para uma venda eficiente, com base no que existe de verdade a oferecer. Na área digital não é diferente.

O candidato que colocar todas as suas fichas nas mídias tradicionais tende a correr um sério risco. Porque o público jovem está nas mídias sociais. Porque sua mensagem chega a milhares de eleitores em segundos, sem gastar recursos naturais (panfletos/jornais = menos árvores), e de forma viral, engajando milhares em uma comunicação moderna. Como sempre defendemos em nossa agencia, planejar é o primeiro passo. Define, separadamente, os planos tradicional e digital. Cada qual tem suas ferramentas, e que devem ser escolhidos de acordo com os públicos-alvo, cenários pré-existentes, e em sinergia com os momentos de campanha.

Nada de colocar nas mãos de assessores sem capacitação sua comunicação digital. Monte equipes separadas para gerir sua comunicação eleitoral. Se você planejar bem, certamente terá somente uma equipe trabalhando, e somente no digital. Utilizar as mídias Facebook, o Twitter, o Youtube e o Google + será imprescindível. Criar conteúdos específicos também. E uma estratégia especial para a reta final dias antes das eleições e do voto, é tarefa que pode garantir o mandato tão desejado. Se preparar para atos de guerrilha digital contrários é determinante. Email marketing deve ser utilizado sempre para já eleitos, e na campanha de forma comedida. Mensagens via celular, é tiro no pé.

Há ferramentas como o Google Adwords, Facebook Ads, entre outras, que podem e devem ser utilizadas em fases de pré-campanha para atrair gente interessada em debates estratégicos para a vida de todos. Afinal, se ainda não somos um país tão consciente do ponto de vista politico, temos avanços no uso das mídias digitais como arma de conquista de corações e mentes desde as eleições de 2002. Nossa dica fundamental: não se descuide do marketing digital, e planeje, planeje. Desta forma a conquista dos votos será mais eficiente. E consciente.

* Salvador Neto é jornalista, consultor em comunicação, especialista em planejamento da comunicação, diretor da agência Salvador Neto Comunicação. É editor do Blog Palavra Livre (www.palavralivre.com.br), apresenta o programa de entrevistas Xeque Mate na TV Babitonga Canal 9 da NET Joinville (SC) (www.babitonga.tv.br) e é profissional com mais de 20 anos de atuação na comunicação em diversos setores.

Ruídos na comunicação interna? Cinco dicas para ajudar você nesta luta!

Não deixe a sua empresa virar uma torre de Babel! Invista em comunicação interna já!

Não deixe a sua empresa virar uma torre de Babel! Invista em comunicação interna já!

João estava cuidando de um projeto especialíssimo. Estudava todas as nuances, objetivos, formas de coloca-lo em prática e gerar resultados para a empresa. Fechado em seu mundo, sem discutir saídas ou ações possíveis com colegas, e até chefias, chegou a uma encruzilhada. Nada vinha a sua mente. De outro lado, na mesma sala, Geraldo tocava outros projetos. Experiente, aberto a debates e troca de ideias, ele estava ali a poucos metros de João e com a solução! Mas nem um, nem outro, sabiam como compartilhar seus anseios na cultura da empresa. Muito tempo e dinheiro em horas, investimento que poderia ter sido melhor canalizado.

Esse e tantos outros casos acontecem diariamente nas empresas pelo mundo afora. A depender do segmento do negócio, mais problemas surgem na comunicação interna. Faltam investimentos em processos que viabilizem a troca de ideias, de notícias e informações. E não se trata apenas de criar grupos no Facebook, WhatsApp, Google. Trata-se de mudar a cultura existente internamente. De promover a abertura que possibilita a geração de insights, ideias renovadoras, de compreender que quanto mais comunicação aberta, compartilhada e disponível, melhores resultados a empresa alcança.

Veja algumas dicas que temos para encarar esses ruídos:

1)    Contrate um profissional: não ponha sua comunicação, qualquer que seja, para públicos externos ou internos, nas mãos de quem não tem a formação necessária. Busque no mercado quem possa apoiar a criação, o planejamento e até a execução do plano no dia a dia. Você quer resolver o seu problema? Então coloque em mãos profissionais. Quando você precisa de um médico, procura um administrador? Não, não é mesmo?

2)    Desafie sua equipe a pensar comunicação: reúna o time e faça uma grande tempestade de ideias. Abra geral para ouvir os problemas, as soluções. Não se feche a nada que vier dessa chuva. Organize tudo, avalie, diagnostique. Terá em mãos um tesouro.

3)    Planeje as ações: de posse de todas as informações que o time jogou à mesa, ponha a cabeça para funcionar. Analise o seu público, o espaço físico, as estratégias que tens para a empresa. Sistematize tudo em ações em ordem de prioridade.

4)    Eleja uma comissão de ação: crie um processo que eleja o grupo de gestão dessa comunicação interna. Eles têm a responsabilidade de colocar em andamento o plano produzido, avaliar o que acontece nos resultados, fazer a roda girar. Essa comissão deve ser mudada a cada período definido pela diretoria.

5)    Encontre a ferramenta certa: nas ações a serem executadas haverá certamente atividades internas, impressos, e claro, uso das mídias digitais. Encontre um sistema que seja adequado ao tamanho da sua empresa parar gerir, engajar e promover a circulação das informações de forma ágil e profissional.

Siga esses passos, e também sua expertise para encontrar o melhor caminho. Não deixe que a confusão na comunicação faça sua empresa naufragar. Sucesso!

* Salvador Neto é jornalista, consultor em comunicação, especialista em planejamento da comunicação, diretor da agência Salvador Neto Comunicação. É editor do Blog Palavra Livre (www.palavralivre.com.br), apresenta o programa de entrevistas Xeque Mate na TV Babitonga Canal 9 da NET Joinville (SC) (www.babitonga.tv.br) e é profissional com mais de 20 anos de atuação na comunicação em diversos setores.

Fuja do “achismo”

O "achismo" grassa em empresas e organizações. Fuja dele!

O “achismo” grassa em empresas e organizações. Fuja dele!

Uma das modalidades mais utilizadas na comunicação de empresas e organizações em geral é o achismo. Você não sabe o que é? Nunca ouviu isso em reuniões intermináveis para se descobrir a solução final de problemas em sua empresa? Achismo, dizem os dicionários, é a tendência em avaliar as situações segundo as próprias opiniões ou intenções, muitas vezes sem justificação. Opiniões, eu tenho a minha, você tem a sua. Intenções, todos têm, dependendo do que se deseja obter. Agora, justificar a sua proposta é um caminho um pouco mais duro, e depende muito do background do profissional.

O achismo é uma das fontes mais fecundas dos fracassos em projetos de comunicação mundo afora. Na política, assessores vivem achando tudo, sobre tudo, e com base nisso decidem rumos que não poucas vezes levam lideres políticos à ruína. Nas finanças, achar que a inflação, o cambio, os juros, vão subir descer, cavam rapidamente a falência. Nas empresas em geral, lançar produtos e serviços com base no achismo carreia milhões para ralos dos mais diversos, causando perdas incalculáveis para a imagem das empresas, e claro para o bolso dos sócios e acionistas.

Pesquisas, pesquisar dados estatísticos, tendências, estratégias, ter uma leitura do mundo como um todo, isso tudo e mais um pouco deve ser feito com prioridade. Experiência é fruto de tentativas, e aí erros e acertos. Essas vivências é que determinam o conhecimento, aliado a pesquisa, embasamento em bases sólidas. Fuja de mágicos que oferecem o santo graal para a cura de todos os males da empresa. Não dê ouvidos a quem acha muita coisa, mas pouco tem de base concreta para afirmações que levam a decisões estratégicas. Aposte em quem pensa, e planeja. Os resultados serão infinitamente superiores ao time dos achistas.