Marketing Digital – Empresas esperam crescimento de 30% no setor

estrategia-de-marketing-digital-no-comercio-eletronicoO marketing digital ganhou popularidade em 2016 com pequenas, médias e grandes empresas firmando presença online e promovendo serviços e produtos por meio de vários canais digitais, tais como: mídias sociais, websites e afins. Hoje, o marketing está dando lugar a formas mais inteligentes de comunicação, que se baseiam na entrega com qualidade , ao invés de apenas produtos ou serviços.

“O ano de 2016 foi agitado para o meio digital. Podemos destacar a aquisição do LinkedIn por U$ 26 bi pela Microsoft, o Pokemon Go que se tornou o game mais jogado dos EUA em uma semana, e no e-commerce, a Alibaba anunciou um faturamento de U$ 14,3 bi em apenas 24 horas no Single’s Day, data comemorativa na China. No Brasil, a Black Friday cresceu 17%, segundo a Ebit, e empresas de automação de marketing receberam investimentos na casa dos R$ 60 milhões”, explica Daniel Cardoso, especialista em e-commerce e Marketing Digital da Impacta Treinamentos.

Para Cardoso, a mídia programática está deixando de ser exclusiva dos grandes anunciantes e passa a entrar no orçamento das empresas de médio porte. “As companhias começam a entender e a utilizar mais atendimentos por Bots, que permitem, por exemplo, que um cliente de banco consulte seu saldo por meio do Facebook”.

Incerteza econômica e marketplaces são desafios
A Crise econômica tem sido um grande obstáculo para o setor e possivelmente continuará sendo em 2017. De acordo com Vinicius, um grande problema a ser resolvido pelos varejistas online é o crescimento dos marketplaces.

“Algumas lojas virtuais decidiram focar quase 100% dos esforços neste modelo de divulgação, visando aumentar as vendas. Obviamente, os marketplaces são importantes e essenciais para as lojas virtuais. Contudo, com a consolidação e o aumento de concorrentes nos grandes portais brasileiros, os varejistas perceberam que é importante também vender por outros canais em seu próprio site, onde muitas vezes é possível vender mais barato, especialmente usando o e-mail marketing”.

Já Daniel acredita que o maior obstáculo é a incerteza dos empresários que aguardam uma maior estabilização do cenário macroeconômico. “Para 2017 apesar do ritmo lento do crescimento da economia, as empresas precisam ser ágeis em busca do melhor retorno de mídia, o que é positivo para o Marketing Digital, bastante efetivo e mensurável”.

Setor espera ano promissor
Em 2017 o marketing digital deve avançar em busca de personalização da comunicação. “As empresas que se dedicam a estudar e mapear detalhadamente quem é o seu cliente ideal – a persona – saem na frente para estabelecer uma comunicação mais eficiente. Na Mailbiz, trabalhamos focados em ajudar cada cliente a se comunicar melhor com o seu público, para colher como resultado maior engajamento e volume de vendas. Pretendemos crescer 75% em 2017 no que se refere à base de clientes”, afirma Vinicius.

O atual cenário econômico aumentou a procura por capacitação no setor. Daniel conta que a Impacta registrou um crescimento de 40% nos cursos de Marketing de Conteúdo e de Mídias Sociais.

“Esperamos que o crescimento se mantenha. Temos a intenção de ampliar nossa gama de cursos para melhor atender a demanda de mercado”. O CEO da Pílula Criativa também vislumbra melhoras para o futuro. “Pretendemos crescer 30% em 2017, e aumentar nosso leque de ofertas, tornando a agência ainda mais completa”, conclui Thiago.

Com informações do Dino

Oportunidades: Demanda por energia elétrica vai triplicar no Brasil até 2050

Oportunidade gigante

Oportunidade gigante

O Brasil deverá ampliar seus investimentos em geração de energia para atender a demanda dos próximos 36 anos. Segundo estudo divulgado pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), a demanda brasileira crescerá até atingir 1.624 terawatt-hora (Twh), o triplo do que é consumido atualmente. Isso significa que o País responderá por um consumo de eletricidade similar ao que é verificado na União Europeia hoje, de cerca de 7 mil kwh por habitante, por ano. O consumo de eletricidade, gasolina e etanol dobrará no período, de acordo com o estudo.

Para garantir toda energia que o cenário apresentado pelo estudo da EPE prevê ser necessária, investimentos vêm sendo feitos em todas as cadeias do setor energético, tais como a construção de usinas hidrelétricas e eólicas, e linhas de transmissão e também em plataformas e sondas de exploração de petróleo e gás natural.

Fontes renováveis
Uma das fontes que terá papel de relevo na matriz energética do país é a eólica. Hoje, a energia dos ventos é responsável por apenas 2,2% do total fornecido pelo parque gerador elétrico brasileiro, mas já dobrou sua participação em relação ao ano passado e a tendência é que continue crescendo significativamente até 2050.

Dados da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) mostram que as usinas eólicas já em operação no país geraram 1,3 GW em junho deste ano, 141% a mais do que em o mesmo mês de 2013 (539 MW – que equivalia a 0,9% do total).

Fonte: Programa de Aceleração do Crescimento