Apps – Eles sabem tudo sobre a sua vida só coletando dados

Você nunca entregou essas informações, mas os aplicativos em seu celular podem muito bem saber suas condições de saúde, religião, finanças e até sua etnia. Essa é a conclusão de um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de Bolonha, na Itália, e do University College London, do Reino Unido, que demonstrou como perfis de personalidade dos usuários podem ser criados a partir de dados de geolocalização.

Trata-se de um trabalho de inferência, feito por machine learning e realizado a partir de um aplicativo criado especialmente para o estudo. Por duas semanas, 69 voluntários seguiram suas vidas com o software TrackAdvisor rodando em seus aparelhos com o sistema operacional Android. O resultado foram mais de 200 mil localizações registradas, com 2,5 mil lugares diferentes e cinco mil amostrar de informação individual que demonstravam mais do que apenas por onde eles haviam passado.

Os usuários, então, eram apresentados aos resultados relacionados a demografia e personalidade, com um alto índice de acertos em temas como estado de saúde, condições socioeconômicas, etnia e religião. Ao mesmo tempo, a conclusão estarrecedora é de que tais dados, que a maioria das pessoas gostaria de manter em sigilo ou, pelo menos, não sendo utilizado, poderia servir para servir anúncios ou exibir ofertas “especiais” em momentos de vulnerabilidade.

De acordo com Mirco Musolesi, um dos líderes do estudo pela universidade italiana, os usuários não têm ideia da quantidade de informações pessoais que são transmitidas aos serviços online apenas por meio da geolocalização. Isso vale até mesmo quando recursos de segurança embutidos pelas big techs nos últimos anos, com a ideia de dar maior controle aos utilizadores sobre a forma como sua posição no mapa é obtida.

Além disso, a ideia é que, a partir de uma combinação de utilizações de softwares e serviços online com dados de localização, mais e mais informações sejam concedidas, ainda que os utilizadores acreditem ter controle total sobre o que é compartilhado e como tais dados são usados. A conclusão do estudo mostra que isso, na realidade, está bem mais longe da realidade do que muitos de nós gostaríamos.

A ideia dos pesquisadores é mostrar como os sistemas de inteligência artificial voltados para esse tipo de perfilamento funcionam e, sendo assim, fomentar a criação de sistemas que protejam de forma mais adequada a privacidade dos usuários. Uma das sugestões do estudo é a criação de controles mais granulares, que permitam escolher exatamente quais dados de localização são ou não compartilhados com os aplicativos.

Fonte: Eurekalert

Conheça os “4Vs” do Marketing Pessoal

Existem algumas coisas que você que lê este artigo agora e todos os seres humanos sonham: ter sucesso, ganhar dinheiro, ter uma vida boa, sustentável, não é mesmo? Mas é fato também que para ocupar um lugar ao sol em um mundo altamente competitivo, não é tarefa fácil. Nunca foi, mas agora com tecnologia, mídias sociais, novos formatos de trabalho, mais do que nunca é preciso se destacar. Dizem quem é você, a que veio, o que tem para entregar, no que pode contribuir para quem o contrata, ou deseja contratá-lo.

Você precisa se “vender” muito melhor como profissional e para isso, o marketing pessoal é ainda mais relevante. Negar isso é gostar de sofrer, e perder oportunidades. Vender a si mesmo é uma arte, e pode ser aprendida. Na verdade é preciso que você crie o que chamo de “Mix Você”, ou os “4Vs” do Marketing Pessoal, um dos módulos do curso que produzi e está disponível na ECOM – Escola da Comunicação (https://escola-da-comunicacao.coursify.me/). É um passo a passo para quem ainda tem dificuldades em criar a sua marca pessoal, seu DNA que será único e percebido por todos.

Os “4Vs” do marketing pessoal são: Você, Valor, Venda, Visibilidade = Venda-se. O primeiro V é sobre você, fazer uma autoanálise, conhecer seus pontos fortes e fracos, entre outras coisas. O segundo V é o seu Valor, elencar suas experiências – todas elas – seus conhecimentos, habilidades, capacidades, para definir o seu valor para o mercado, empresas, sociedade. O terceiro V é sobre Venda como posicionamento atual, onde trabalha, para onde quer direcionar sua carreira, profissão que atua. O quarto V é muito importante, o V da Visibilidade. Sim, você organiza todos os passos, tem autoconhecimento, descobre o seu valor, define o seu lugar e precisa que todos saibam quem é este ser humano único.

E para fechar o seu Mix Você usando os “4Vs” do Marketing Pessoal do método que criei para apoiar pessoas que acham que jamais terão um lugar ao sol ou serem reconhecidas, você tem o momento do Venda-se! Isso mesmo, praticar a venda, divulgar o você por inteiro com estratégia, inteligência, verdade, botar a “cara na janela”, como já diz o ditado. Claro que é um processo que necessita ser cumprido passo a passo com qualidade. A cada passo validado, passa-se ao outro, e quando você menos esperar, estará seguro para se vender no melhor sentido. Mais seguro de si, com autoconhecimento, sabendo do seu valor, espalhando isso por aí em vários canais de divulgação, e sendo contratado para buscar seu sucesso.

Lembrando sempre que sucesso não é ter ou chegar aonde alguém ou a sociedade deseja, mas sim chegar ao lugar que você entende e desenhou para estar. Para uns sucesso é ter bens materiais, para outros é ter uma família equilibrada, viajar, estudar, conhecer. Escolha o seu sucesso, venda-se com autoestima e estratégia, e com muita verdade. Use o seu Mix Pessoal, os 5 “Vs” do Marketing Pessoal e melhore a sua vida.

Se precisar, estamos aqui para ajudar. Sucesso!

  • Salvador Neto é jornalista profissional, mas começou sua vida à frente de um balcão de bar, fazendo sorvetes e atendendo gente. Foi autodidata e buscou sua formação em livros e faculdades. Hoje é empreendedor, consultor e assessor em comunicação, criador dos “4Vs” do Marketing Pessoal, Funil do Voto e Governança da Comunicação.

E a China chegou à Marte

Desde julho do ano passado, a missão chinesa Tianwen-1 segue viagem com destino a Marte, levando um rover e um lander que irão pousar em maio no planeta para estudar sua geologia, campos gravitacionais, distribuição de água e outros objetivos científicos. Nesta quarta-feira (10) a missão entrou com sucesso na órbita marciana, onde vai ficar alguns meses buscando do melhor local para o pouso. Agora, a China se torna o sexto país a entrar na órbita marciana.

A sonda ativou seu motor principal durante aproximadamente quinze minutos para que conseguisse reduzir sua velocidade de 23 km/s para 5 km/s e, assim, ser capturada pela gravidade do planeta. Tudo foi feito de forma autônoma em função do atraso que existe para o envio e recebimento dos sinais. Depois disso, foi iniciado o período da ocultação da sonda na órbita marciana, uma etapa em que não é possível receber sinais da nave porque ela está viajando por trás de Marte. Após quase uma hora de ocultação, a comunicação foi restabelecida e a agência espacial chinesa CNSA confirmou o sucesso da manobra de inserção da sonda na órbita por volta das 10h, no horário de Brasília.

A missão Tianwen-1, cujo nome significa como “busca pela verdade celestial”, consiste em um orbitador, um rover e um lander que irão estudar o Planeta Vermelho. A ideia é que o orbitador fotografe e produza mapas de Marte para identificar o melhor local de pouso e, depois disso, o módulo que contém o rover em seu interior irá descer para a superfície marciana. Essa é uma etapa crítica da missão e, se tudo correr bem, o lander irá liberar o rover na superfície do planeta para passar cerca de três meses estudando a geologia marciana e a possível distribuição de água congelada.

Essa foi uma das missões lançadas em julho para aproveitar a breve janela do período de maior proximidade entre Marte e a Terra, o que permite uma viagem mais rápida para o planeta e com menor consumo de combustível. Então, enquanto seguia viagem, a sonda lançou para o espaço uma cápsula que guardava uma pequena câmera em seu interior, que estava programada para tirar uma foto por segundo.

A “selfie” da Tianwen-1 durante a jornada para Marte (Imagem: Reprodução/CNSA)

Embora a China já tenha experiência com pousos na Lua, essa é a primeira missão interplanetária independente que o país realiza. A Tianwen-1 é a segunda missão que chegou ao Planeta Vermelho nesta semana, já que, na terça-feira (9), a missão árabe Hope Mars havia entrado com sucesso na órbita de Marte. Agora, a próxima a chegar será a Mars 2020, da NASA, que viaja levando o rover Perseverance e o helicóptero Ingenuity. A missão deverá alcançar o planeta em 18 de fevereiro.

Crescem notícias falsas sobre política em todo o mundo

De acordo com um estudo realizado pelo Internet Institute da Universidade de Oxford o número de notícias falsas relacionadas a política tem crescido no mundo. A pesquisa sobre a desinformação em nível global abrangeu 81 países, incluindo o Brasil. Apenas no Facebook, as chamadas “fake news” de conteúdo político já movimentaram cerca de US$ 10 milhões em todo o mundo.

 A escalada de notícias falsas segue crescendo em todo mundo. A conclusão está no estudo realizado pelo Internet Institute da Universidade de Oxford. De acordo com o levantamento, em 2020, 81 países foram afetados por desinformação de teor político. Em 2019, foram 70 registros. Apenas no Facebook, as chamadas “fake news” de conteúdo político já movimentaram cerca de US$ 10 milhões em todo o mundo.

 De acordo com o levantamento, esses mecanismos seguem se espalhando pela sociedade como também têm se tornado cada vez mais desenvolvidos e vêm atraindo, inclusive, agentes públicos. “Redes sociais precisam melhorar seu jogo, aumentando seus esforços para indicar desinformação e fechar contas de fake news sem a necessidade da intervenção do governo”, afirmou diretor do Oxford Internet Institute e co-autor do relatório, Philip Howard.

A criação de conteúdo falso e veículos manipulatórios é a forma mais comum de promover a desinformação, encontrada em 76 países, dentre eles o Brasil. Por aqui, as notícias falsas se espalham, principalmente, em decorrência da atuação de agências do governo, políticos e partidos, iniciativa privada e cidadãos e influenciadores. 

Fonte: Tudoradio.com/ABERT

O que a imprensa quer e precisa?

É comum as pessoas comentarem as notícias publicadas em jornais, portais na internet, blogs, ou veiculadas em rádios, tvs e mídias sociais questionando o por quê de tal matéria, que só falam de morte, tragédia, brigas políticas, etc. Tais falas ocorrem principalmente nos casos mais polêmicos, e quase nunca quando a imprensa e os jornalistas em seus espaços, divulgam temas de serviço público, como vacinações, apoio a pessoas necessitadas e outros.

É importante saber que a imprensa quer notícias, prestação de serviços, inovações em andamento, dados econômicos, conceitos sobre educação, saúde, e tudo isso para quê? Para informar os seus leitores, a sua audiência, seus públicos. Estas são as matérias primas necessárias para que a informação seja produzida, tratada e entregue ao cidadão que precisa e quer estar informado. É um trabalho, portanto, de alto grau de responsabilidade social pois pode afetar, para o bem ou o mal, a vida de milhares de pessoas.

No atual momento em que a tecnologia foi responsável por cortes de milhares de postos de trabalho de jornalistas – acabaram as grandes redações dos jornais, agora um faz o trabalho de dez -, reduzindo a profundidade dos temas por conta do espaço menor, da pressa, da agilidade e instantaneidade, o trabalho das assessorias de imprensa se tornaram fundamentais tanto para os veículos de comunicação quanto para as empresas, organizações e entidades, pois elas mesmas podem, e devem produzir seus conteúdos baseados nas regras do bom jornalismo.

Os clientes das assessorias – empresas, governos, entidades de classe, organizações, personalidades – são usinas de notícias que podem ser úteis à sociedade e a grupos específicos. E aí as assessorias de imprensa se transformam em verdadeiras redações exclusivas, especializadas e focadas em gerar conteúdo altamente relevante (importante!), com dados, entrevistas, fotografia, e tantos outras produções que vão apoiar os veículos de comunicação, e assim abrir espaços aos clientes que investem em sua comunicação como parte importante dos seus negócios.

Vivemos novos tempos que ainda irão transformar mais profundamente as nossas vidas, os negócios, e também a comunicação e o jornalismo. Quem abrir a cabeça e pensar fora da caixa vai sair na frente e se tornar referência, autoridade e presença indispensável nos corações e mentes das pessoas. Quer melhor negócio que isso? As redações saíram dos velhos meios de comunicação e migraram para dentro de empresas, ou para as mãos de cada um que está a frente de um celular e computador, mas sem a preparação técnica e profissional de um jornalista.

A sua estratégia de negócios e projetos precisa pensar nisso, com urgência. Não perca de vista que seus públicos consomem on line e na palma da mão em seus smartphones, você precisa estar nessa.

  • por Salvador Neto, jornalista e profissional especialista em assessoria de imprensa reconhecido por seu trabalho em todo o Brasil.

Quem pode (ou não pode) se vacinar contra COVID-19 no Brasil?

Desde o dia 17 de janeiro, brasileiros já são imunizados contra o novo coronavírus (SARS-CoV-2) e, até agora, mais de um milhão de pessoas já receberam a primeira dose de uma das duas vacinas contra a COVID-19, autorizadas de forma emergencial pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Com foco inicial nos grupos de risco e nos profissionais da saúde, existem inúmeras dúvidas sobre quem poderia se vacinar ou não contra o agente infeccioso.

Para entender as recomendações da vacinação contra a COVID-19, o Canaltech conversou com o infectologista Renato Grinbaum, membro da Sociedade Brasileira de Infectologia. Vale comentar que Grimbaum atua na linha de frente contra o coronavírus na BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo e já recebeu a primeira dose da CoronaVac, “sem qualquer reação adversa”. 

Vacinação contra a COVID-19 é indicada para pessoas com mais de 18 anos no Brasil (Imagem: Reprodução/ CDC/ Unsplash)

Além disso, foram consultadas as bulas da CoronaVac, desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac e pela Instituto Butantan, e da vacina de Oxford, elaborada pela farmacêutica AstraZeneca e pela Universidade de Oxford, no Reino Unido. Ambos os documentos foram disponibilizados pela Anvisa, em seu site oficial. 

Quem pode se vacinar contra a COVID-19?

“Ambas as vacinas [aprovadas pela Anvisa] são seguras e, por isso, a maioria das pessoas pode receber o imunizante”, explica o infectologista sobre a segurança dos imunizantes que adotam técnicas já conhecidas pela ciência para gerar defesas contra o agente infeccioso da COVID-19. Por exemplo, “a vacina de Oxford é feita com um vírus vivo, não o coronavírus, mas um vírus que não é causador de doença em seres humanos [apenas em macacos], e modificado geneticamente”, comenta o professor. Já a CoronaVac adota o coronavírus inativado (“morto”), o que impede uma hipotética infecção da doença. 

Sobre essas orientações, a bula da CoronaVac esclarece que “é indicada para imunização ativa para prevenir casos de COVID-19, doença causada pelo vírus SARS-CoV-2, em indivíduos com 18 anos ou mais que sejam suscetíveis ao vírus”. De forma bastante semelhante, a vacina de Oxford “é indicada para a imunização ativa de indivíduos a partir de 18 anos”.

Pessoas com mais de 65 anos podem receber a vacina contra a COVID-19 (Imagem: Reprodução/ CDC/ Unsplash)

Em outras palavras, as duas vacinas podem ser adotadas por indivíduos com mais de 18 anos na prevenção de infecções pelo coronavírus. Inclusive, pacientes que tratam (ou trataram) algum tipo câncer e idosos com mais de 65 anos podem receber o imunizante. Agora, as contraindicações são bastante restritas, como veremos a seguir. No entanto, elas podem variar conforme avança a campanha de vacinação e novos estudos sejam concluídos.

Casos especiais da vacinação

Grávidas e lactantes

Na vacinação contra a COVID-19, um dos casos especiais são as mulheres grávidas e as lactantes que, em algumas circunstâncias podem se vacinas, mas apenas com a recomendação médica. De maneira geral, “vale o conceito de que vacinas feitas de vírus vivos [como o imunizante de Oxford] não podem ser aplicadas em gestantes e imunodeficientes”, comenta o Grinbaum.

Nesse caso, a vacina de Oxford orienta que “este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica”. Dessa forma, é recomendado que a pessoa “informe o seu profissional de saúde” em caso de gravidez e de amamentação, já que existem dados limitados sobre os efeitos da fórmula nesses indivíduos.

Na bula da CoronaVac, também é ressaltado que o medicamento “não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista”, o que acontece por falta de informações sobre reações nesse grupo específico. “Estudos em animais não demonstraram risco fetal, mas também não há estudos controlados em mulheres grávidas ou lactantes”, detalha o documento. Nessas circunstâncias, valerá a ponderação entre as partes sobre os riscos envolvidos.

Vacinação com precaução

Além disso, existem alguns grupos de pacientes que devem ter cuidados especiais na hora da vacinação, como pessoas que utilizam anticoagulantes. Nesses indivíduos, qualquer vacina injetável —  como a CoronaVac e a de Oxford — devem ser aplicadas com precaução para evitar incidentes, principalmente hemorragias. No entanto, esse cuidado não impede a imunização contra o coronavírus.

Outro grupo que deve ter cautela deve ser os pacientes com doenças reumatológicas, como artrite e lúpus, segundo a Sociedade Brasileira de Reumatologia. Novamente, a vacinação pode ocorrer, mas é importante se atentar ao estágio da doença.

“Preferencialmente, o paciente deve ser vacinado estando com a doença controlada ou em remissão, como também em baixo grau de imunossupressão ou sem imunossupressão. Esta não é uma condição imprescindível para que o paciente seja vacinado, mas um cenário ideal. Estando em outras situações, é fundamental discutir com o reumatologista assistente qual o melhor momento para a vacinação, considerando a situação epidemiológica”, explica documento elaborado por 28 especialistas da entidade de reumatologia.

Quem não deve se vacinar

Crianças

No momento, crianças não devem ser vacinadas contra a COVID-19 (Imagem: Reprodução/ Manuel Darío Fuentes Hernández/ Pixabay)

No momento, a vacinação contra o coronavírus não é recomendada para crianças e jovens com menos de 18 anos por falta de estudos com a população pediátrica. A restrição é ressaltada tanto na bula da vacina de Oxford quanto da CoronaVac. No entanto, este cenário pode eventualmente mudar caso novos estudos clínicos comprovem a segurança dos imunizantes neste público. Em algumas farmacêuticas, essas pesquisas já estão em andamento.

Pessoas alérgicas

Uma das grandes contraindicações das vacinas é para pessoas que tenham reações alérgicas conhecidas —  incluindo, principalmente, as graves (anafilaxia) —  contra algum dos componentes do imunizante. Nesses casos, a recomendação é sempre buscar orientação com um médico responsável, conforme orienta o infectologista.

“Você não deve ser vacinado se tem ou já teve alergia a algum componente da vacina adsorvida COVID-19 (inativada)”, adverte a bula da CoronaVac. Em sua fórmula, estão presentes os seguintes componentes: hidróxido de alumínio; hidrogenofosfato dissódico; di-hidrogenofosfato de sódio; cloreto de sódio; e hidróxido de sódio.

Da mesma forma, as orientações da vacina de Oxford alertam para as alergias. “Você não deve receber a vacina da COVID-19 (recombinante) se você já teve uma reação alérgica grave ao princípio ativo ou a qualquer dos ingredientes da vacina COVID-19 (recombinante)”, afirma. Entre seus componentes, estão: cloridrato de L-histidina monoidratado; cloreto de magnésio hexaidratado; polissorbato 80; etanol; sacarose; cloreto de sódio; e edetato dissódico di-hidratado.

Além desses casos, quem já recebeu outra vacina contra a COVID-19 não deve receber uma segunda fórmula contra o mesmo agente infeccioso. Isso porque não existem estudos sobre os efeitos dessa vacinação dupla contra o coronavírus. Neste cenário, há apenas um estudo, em andamento, do uso combinado da vacina de Oxford com o imunizante Sputnik V.

E quem está com COVID?

Pacientes diagnosticados com a COVID-19 devem adiar a imunização contra o coronavírus. Sim, pessoas que já se contaminaram podem ser imunizadas também, afinal há o risco de reinfecção da doença. No entanto, Grinbaum ressalta que essa imunização só poderá ocorrer “após quatro semanas da resolução da infecção”. 

Pessoas com febre devem adiar a imunização contra a COVID-19 (Imagem: Polina Tankilevitch/ Pexels)

Outros impeditivos temporários para a vacinação é um caso de febre. “Se você estiver com alguma doença aguda ou com febre ou início agudo de doenças crônicas não controladas no momento da vacinação, esta vacina não é indicada”, ressalta a bula da CoronaVac. Agora, “se você atualmente tem uma infecção grave com febre alta (maior que 38 °C). No entanto, uma febre leve ou uma infecção leve, como um resfriado, não são razões para atrasar a vacinação”, aponta a vacina de Oxford. Em caso de dúvidas, sempre vale consultar o médico que acompanha o seu histórico clínico.

Vale lembrar que as vacinas são “absolutamente seguras”, avisa Grinbaum. “Efeitos colaterais raros ainda são desconhecidos, mas efeitos comuns que poderiam levar a uma contraindicação já foram bem analisados”, avisa o médico. “Questões de eficácia no mundo real, duração da proteção ainda precisam ser melhor avaliados, com o tempo”, comenta o infectologista sobre as próximas etapas dos estudos de imunizantes contra a COVID-19. 

Para acessar a bula da CoronaVac, clique aqui. Caso queria conferir a bula da vacina de Oxford, entre aqui. Ambos os documentos foram disponibilizados pela Anvisa.

  • fonte: CanalTech

Smart speakers já representam 24% da audiência em streaming de rádios de grupo dos EUA

Um novo levantamento publicado pela Westwood One colabora com a afirmação de que as “smart speakers podem se tornar o novo receptor residencial de rádio“. A Cumulus Media, que está entre os maiores grupos de rádios AM e FM nos Estados Unidos, observou que 24% da audiência via streaming parte das caixas de som com inteligência artificial (as smart speakers). Outro ponto importante é o perfil desse ouvinte: tem um considerável poder aquisitivo e nível educacional. Acompanhe:

“A posse de smart speakers aumenta e traz AM / FM de volta para casa”, escreve Pierre Bouvard em uma nova postagem no blog do Westwood One. Para se ter uma ideia dessa tendência, dispositivos como Amazon Alexa, Google Home e Apple Home Pod representavam 2% da audiência via streaming em novembro de 2017. Depois pulou para 14% no ano seguinte, indo para 19% em 2019 e, por fim, teve mais um salto em 2020, chegando a 24% da audiência on-line das rádios da Cumulus Media.

O crescimento da audiência on-line de rádio através desses dispositivos acompanha de forma proporcional o avanço de aquisição desses equipamentos por parte da população nos Estados Unidos. A propriedade de smart speakers avançou 7% em 2017 para 35% no terceiro trimestre de 2020.

A afirmação sobre as caixas de som com inteligência artificial serem o “novo receptor de rádio” parte não só do crescimento da audiência digital concentrada nesses dispositivos, mas também na queda da presença de receptores AM/FM nas residências nos Estados Unidos. Pensando nisso, desde 2017, há um esforço grande das estações de rádios para informar a população sobre a presença do meio nesses dispositivos. E o resultado tem sido positivo, como mostra a Cumulus.

Segundo reportagem veiculada pelo portal RAIN News, a Cumulus aposta nessa parcela crescente da audiência e já trabalha de forma comercial nessa frente. O grupo reservou uma campanha publicitária com The Southeast Michigan Ford Dealers Association, que funciona como uma pré-execução quando alguém instrui Alexa ou Google Assistant a tocar uma estação de rádio da Cumulus.

WhatsApp vai deixar de funcionar em aparelhos da Samsung, Motorola, Sony e iPhone

Atenção, brasileiros! Uma novidade importante. Um grande lote de celulares deixarão de suportar o mais famoso aplicativo de mensagens, o WhatsApp, atualmente considerado o principal aplicativo de mensagens instantâneas do mundo. A justificativa é a incompatibilidade de alguns aparelhos que entraram em desuso em 2021.

Na lista de aparelhos de grandes marcas, estão a Samsung, Motorola e Sony. O que chamou ainda mais atenção foi a presença do iPhone, o que nunca aconteceu antes.

Veja, abaixo, a lista de celulares que o WhatsApp não vai funcionar:

  • LG Optimus Black (e anteriores);
  • Motorola Droid RAZR;
  • Samsung Galaxy S II;
  • HTC Desire;
  • iPhone 1, iPhone 3G, iPhone 3GS, iPhone 4.

É importante ressaltar que o não funcionamento do aplicativo nos celulares independem se estão atualizados ou não.

Modelos que vão aceitar atualização

Alguns modelos de celulares vão necessitar de atualização, seja iOS 9 ou Android 4.0.3. Veja quais são:

  • Sony Xperia Pro;
  • HTC Sensation, HTC Thunderbolt (4G);
  • Samsung Galaxy Note;
  • Samsung Galaxy S III e modelos anteriores;
  • iPhone 4S, iPhone 5, iPhone 5S, iPhone 6, iPhone 6S;
  • LG Lucid;
  • Motorola Droid 4.

Casos a parte

Os usuários do sistema operacional KaiOS, de base Linux, será exigido compatibilidade com a versão KaiOS 2.5.1 ou, ainda, uma versão mais recente. Essa mesma opção vale para os modelos JioPhone e o JioPhone 2.

Os modelos como Windows Phone, independente do modelo, já deixou de funcionar desde 1º de janeiro de 2020. O mesmo aconteceu com o Nokia Lumia, modelo que já tem qualquer suporte para rodar o aplicativo de mensagens instantâneo.

  • com informações de Notícias de Concursos

Curso de Assessoria de Imprensa Módulo Básico vem aí!

Voltado a estudantes de jornalismo, relações pública, comunicação social, recém formados e profissionais em busca de novos rumos na carreira, o curso Assessoria de Imprensa – Módulo Básico, está quase pronto para ser oferecido em plataformas digitais online da Salvador Neto Comunicação Estratégica e na ECOM – Escola da Comunicação.

O professor é ele mesmo, o jornalista Salvador Neto, que atua há mais de 20 anos na assessoria de imprensa de empresas, órgãos públicos, personalidades, organizações sociais, campanhas políticas, entre outras passagens marcantes da sua carreira. A ideia é um conteúdo prático, esclarecedor e objetivo, para dar ao futuro assessor de imprensa uma base sólida.

“O trabalho de assessoria de imprensa é de alto valor e atua, ou deveria atuar, lado a lado com o comando das empresas, conselhos, o topo das decisões que impactam nos negócios e projetos. Mesmo com grandes mudanças com as novas tecnologias e mídias sociais, o assessor de imprensa tem papel estratégico para a imagem”, afirma Salvador Neto.

O professor avalia que, além do curso online que será oferecido na ECOM – Escola da Comunicação (https://escola-da-comunicacao.coursify.me/), vai também atender a demandas por mentorias para os interessados, usando outras redes sociais para isso. “Vamos dar o básico, em seguida teremos novas versões do curso, e para quem desejar acompanhamento mais individual, vamos ter a mentoria em assessoria de imprensa”, explica Salvador Neto.

Portanto, fique atento nas notícias por aqui, em breve o curso Assessoria de Imprensa estará disponível para você.

  • por equipe Salvador Neto Comunicação Estratégica

Google destina US$ 3 milhões à imprensa contra desinformação sobre vacinas

O Google anunciou semana passada o lançamento do novo Fundo Aberto Contra a Desinformação de Vacinas COVID-19. Desta vez, o objetivo é apoiar a produção de conteúdos informativos sobre a imunização contra o novo coronavírus com um incentivo de US$3 milhões a projetos de veículos jornalísticos de todo o mundo.

De acordo com comunicado divulgado pela empresa, o fundo global será aberto a veículos de todos os tamanhos que apresentem histórico comprovado de verificação e checagem de fatos, ou que tenham parceria com organizações com esse reconhecimento. Além disso, entre eles, serão priorizados projetos colaborativos com equipe interdisciplinar e formas claras de medição de êxito.

“Por exemplo, inscrições qualificadas podem incluir uma parceria entre um projeto de verificação de fatos reconhecido e um veículo de comunicação voltado a uma comunidade específica, ou uma plataforma de tecnologia colaborativa para jornalistas e médicos apresentarem, em conjunto, informações falsas e suas respectivas checagens”, explica texto do Google.

As inscrições serão analisadas por uma grande equipe de profissionais do Google e de grandes instituições de pesquisa. O Fundo Aberto é mais uma etapa do apoio que o Google News Initiative (GNI) vem oferecendo no combate à desinformação sobre a pandemia e, desde 2018, já distribuiu US$ 26 milhões em financiamento para redações da América Latina.