Consultoria: Porque buscar ajuda de um profissional externo?

Contratar uma consultoria pode ser a saída para o sucesso da empresa

Contratar uma consultoria pode ser a saída para o sucesso da empresa

Existem muitos motivos para que uma empresa busque ajuda de profissionais experientes fora da sua equipe interna, que pode ser altamente capacitada, mas por vezes, não consegue enxergar o problema real. Isso acontece, e não é caso de incompetência, mas sim uma espécie de cegueira da rotina, ou mesmo falta daquele conhecimento específico.

A consultoria de um profissional experiente, com passagens exitosas por vários segmentos enfrentando os mais diversos fatores econômicos, sociais, de recursos humanos, na comunicação, em venda, na tecnologia, vem para dar o salto de qualidade que a empresa precisa em determinados momentos. Contratar um consultor não é jogar dinheiro fora, é investir para resolver o problema no mais curto espaço de tempo, ou até encontrar um novo nicho de negócios, uma oportunidade que trará novos lucros ao empreendedor, empresário.

Para ajudar você que pode estar encontrando dificuldades na gestão dos seus negócios, vão aqui algumas dicas em que um consultor pode e vai lhe ajudar para o sucesso dos negócios. Lembrando sempre que é preciso pesquisar o histórico do consultor, suas passagens, realizações, perfil, para que a sinergia com você seja a melhor possível. Vamos às dicas:

1) A comunicação interna não funciona, causando prejuízos ao clima interno, na motivação, e até no atendimento aos clientes e fornecedores

2) As novas tecnologias – internet, sites, blogs, mídias sociais, e-commerce, etc – exigem um olhar estratégico na decisão dos canais a serem utilizados

3) Há um horizonte novo, mas o planejamento estratégico está defasado e precisa de uma nova expertise para modernizar e dar o novo rumo

5) Falta rapidez no retorno de demandas e reclamações de clientes, necessitando uma nova ação de atendimento e manutenção da imagem

6) O conhecimento interno não é explorado devidamente, é preciso agir para motivar os executivos a produzir conhecimento e socializar com o mercado

7) É preciso manter os novos canais de comunicação com sociedade, clientes, fornecedores e outros, e principalmente o conteúdo da informação

E muito mais é possível obter com o apoio de profissionais competentes, experientes, vencedores e altamente responsáveis. Basta acreditar, pesquisar bem quem e o que você precisa, e até nisso pode ser útil a contratação do consultor: a elaboração do diagnóstico geral do negócio. Espero que tenhamos ajudado você nesta indecisão sobre ter ou não parceiros consultores em seu negócio. Estamos à disposição com nossos serviços.

* Escrito por Salvador Neto, consultor estratégico em comunicação, planejamento e gestão de comunicação, marketing, assessoria de imprensa, mídias sociais e conteúdo.

Serviços devem ter demanda menor, afirma FGV

SalvadorNetoComunicação-setor-serviços-queda-indicadores-FGVA queda de 3,1% no Índice de Confiança de Serviços (ICS) em agosto foi o oitavo resultado negativo consecutivo, de acordo com a Fundação Getulio Vargas (FGV). Apesar de uma leve melhora na percepção sobre o momento atual, as perspectivas sobre os próximos meses pioraram intensamente, na esteira de uma expectativa de demanda menor.

“Passados os efeitos negativos da Copa do Mundo sobre o nível de atividade corrente, a reação observada em agosto no Índice da Situação Atual (ISA) foi bastante moderada. Pelo lado das expectativas, a elevação observada em junho e, especialmente, em julho, não se confirmou, e o índice voltou a cair”, observou a instituição, acrescentando que o dado reforça sinais de um cenário de baixo crescimento até o fim do ano.

Segundo a FGV, a queda de 5,7% nas expectativas foi disseminada entre os setores, atingindo os 12 segmentos pesquisados e ambos os dois quesitos que fazem parte do indicador futuro. As perspectivas para a demanda ficaram 6,3% piores do que em julho. A proporção de empresas que esperam demanda maior nos próximos três meses diminuiu de 37,4% para 31,9% na passagem para agosto. Por outro lado, a fatia de empresas que aguardam redução da demanda passou de 9,7% para 12,3% no período.

Ainda do lado das expectativas, o indicador que mede o grau de otimismo em relação à tendência dos negócios recuou 5,1% contra julho. De acordo com a FGV, a proporção de empresas que projetam melhora nos próximos seis meses caiu de 37,4% em julho para 32 7% em agosto. Já a parcela das que esperam piora passou de 9,4% para 11,2%.

Em outro sentido, a ligeira melhora do ISA-S (+0,8%) na margem também foi disseminada entre os 12 segmentos. O quesito que mais influenciou positivamente o indicador agregado foi o volume de demanda atual, ao crescer 5,6% na margem, após recuar 8,6% em julho.

Do DCI

Guia para ONGs: Instituto Walmart lança publicação

SalvadorNetoComunicação-ONGs-guia-publicação-walmart-marketing-publicidade-propagandaO Instituto Walmart lança, em parceria com o SESC Mesa Brasil, o Guia para Gestão de Organizações Sociais de Base Comunitária. O objetivo do material é apoiar a formação de pessoas e organizações que atuam em comunidades. A publicação é um instrumento pedagógico dividido em cinco capítulos compostos por metodologias, orientações, dicas e sugestões.

No primeiro módulo, o foco é modelo de gestão e planejamento, trazendo conteúdos sobre a melhor forma de descobrir o formato de gestão adequado para cada organização e a importância do planejamento para qualquer ação e atividade. O módulo dois tem como proposta levar aos integrantes das organizações de base elementos essenciais sobre o gerenciamento de projetos.

O terceiro capítulo trata da elaboração de relatórios e documentação, destacando a importância de ter registros e organizar as memórias dos projetos. Prestação de contas é o tema do módulo quatro, que traz orientações e soluções para que essa atividade seja tratada com simplicidade. O último capítulo trata de comunicação e divulgação, temas bastante importantes para o bom desempenho das organizações de base.

O material foi originado no Programa Bombando Cidadania, primeira experiência de desenvolvimento local do Instituto Walmart, e posteriormente aprofundado para as organizações que participam da Caravana Instituto Walmart. Desde 2011, o programa percorreu dez capitais, envolvendo mais de 500 instituições nos encontros presenciais, que discutiam de forma lúdica e interativa seus processos internos e desenvolvimento organizacional.
A publicação estará disponível no site do Instituto Walmart a partir de amanhã, dia 28/07/2014. Para mais informações sobre acessewww.iwm.org.br.

Twitter decide inserir botão “comprar” em posts

salvadornetocomunicação-Twitter-comprar-mídiassociaisO Twitter vai trabalhar em conjunto com a plataforma de pagamentos online Stripe. A startup vai colocar um botão “comprar” nos tweets, para que os usuários possam fazer o pagamento e o envio de produtos sem sair da rede, seja no site ou no aplicativo.

De acordo com as informações do site Venture Beat, a novidade está sendo preparada para ser lançada até o fim do ano, possivelmente em tempo para impulsionar as vendas para o natal.

As empresas que desejam vender os produtos dessa forma devem formar parceria com a Stripe para configurar os sistemas de cobrança. Até o momento, a plataforma foi a única mencionada, mas é possível que outras companhias de comércio eletrônico possam se unir ao grupo no futuro.

O recurso está sendo planejado e negociado há meses, mas o acordo foi concluído recentemente. Stripe recebeu um financiamento de US$ 80 milhões em fevereiro, quando anunciou que poderia lidar com mais de 130 moedas e passou a operar de maneira global.

Do Comunique-se

Eleições e Campanhas: A lógica do candidato mudo

Marketing eleitoral cada vez mais presente nas eleições

Marketing eleitoral cada vez mais presente nas eleições

Luis Castaneda Lossio é um dos vinte candidatos à prefeitura de Lima nas eleições de outubro próximo. Por aqui, é quase certo que ninguém o conheça, nem sequer dele tenha ouvido menção, considerando-se o proverbial alheamento da vida sul-americana por parte de brasileiros. Antes de mais nada, é oportuno informar que a capital peruana vem deixando transparecer em sua paisagem urbana (segurança nos bairros mais abastados, transformações arquitetônicas, limpeza das ruas etc.) aspectos da modernização neoliberal do país e do aumento de renda em setores privilegiados. Nesse momento, administrar a cidade pode ser tarefa mais prestigiosa do que em épocas passadas.

Castaneda, um populista de alinhamento conservador, já foi prefeito de Lima. Mas aquilo que agora o torna especial é a sua singular estratégia de campanha: a mudez. A se acreditar no que relata a grande imprensa – no curso de uma curta estada nossa em Lima –, Castaneda opta por não dizer coisa alguma nos contatos públicos com seus virtuais eleitores. De modo muito explícito: não apenas deixa de “dizer” alguma coisa, mas simplesmente nem fala. A quem possa julgar absurda essa atitude, vale adiantar que o “candidato-mudo” (assim o batizou a imprensa) está à frente nas pesquisas de intenções de votos – 54% sobre seus adversários.

Não é um episódio inédito no Peru. Anos atrás, por ocasião da disputa presidencial entre Mario Vargas Llosa e Alberto Fujimori, as belas palavras públicas do grande escritor peruano contrastavam com o eloquente silêncio de Fujimori. Descendente de japoneses, olhos rasgados como os dos descendentes de incas, Fujimori não debatia, nem apresentava ideia nova, mas parecia escutar com atenção o que lhe diziam os componentes dos estratos mais pobres do país. Como se sabe, eleito presidente da República, ele pôs fim à guerrilha do Sendero Luminoso, ao mesmo tempo em que montava uma ditadura brutal e corrupta com a ajuda de um “Rasputin” peruano chamado Vladimiro Montesinos e cerca de uma dúzia de generais. Todos eles, o ex-presidente inclusive, cumprem longa pena na prisão militar de Callao, perto de Lima.

O fato, porém, é que a estratégia de Fujimori ainda ressoa. Há uma certa sabedoria das massas nessa escolha da mudez por parte de um candidato ao poder. Com efeito, não é a comunicação linguística de um político profissional que lhe granjeia votos, mas a comunicação como um fim em si mesma, sem compromisso semântico, que se traduz na prática como a possibilidade de não fazer sentido nenhum e ainda assim ser “compreendido”.

Informação real
A título de exercício comparativo, pode-se passar em revista os discursos dos atuais presidenciáveis no Brasil para logo se dar conta de que realmente se fala, mas nada se diz– nenhum projeto coerente, nenhuma pretensa verdade pública. Nem mesmo o velho poder hipócrita da virtude arrisca-se a desenterrar a cabeça da areia.

Onde quer que se manifestem, as intenções de voto obedecem a uma lógica em que o poder dos partidos (a “partidocracia”) substitui aos poucos o Estado. Por sua vez, girando burocraticamente ao redor de si próprios e atravessados pela ausência de credibilidade, os partidos já não têm mais capacidade de referenciação social, nem um mínimo de representatividade democrática. Nada do que se diga parece ter qualquer importância ou significado público. O partido é um estilhaço político, uma grife jurídica, um flatus vocissocial.

O que resta?
Em privado, as negociatas e as alianças de afogadilho. Em público, a comunicação autorreferente, composta de outdoors, santinhos, imagem televisiva, inserções em redes sociais e entrevistas. A vantagem presumida de um candidato sobre outro é avaliada pelo tempo de tevê. Já não é mais a imagem que vale mil palavras e sim o tempo de exposição que vale mais do que a imagem. Nada do que se diga vale pelo dito, mas pela pura materialidade prolongada da presença.

Daí, o interesse do observador pelo fenômeno do candidato peruano que faz da mudez o seu marketing pessoal. Por mais pitoresco que possa parecer, o “candidato-mudo” revela na prática que o nada-dizer ou o nada-significar é a realidade última do jogo político. No limite, a única informação real dada pelo candidato ao eleitor (além da óbvia indicação da camarilha partidária que o gerencia) é a sua própria cara. Só que, com o pano de fundo do vazio de sentido, a própria cara perde a sua amplitude diferencial. Semioticamente, todos têm a mesma cara, a exemplo de um mesmo produto com grifes e preços diferentes.

Do Observatório da Imprensa, escrito por Muniz Sodré é jornalista, escritor e professor titular (aposentado) da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Oportunidades: Demanda por energia elétrica vai triplicar no Brasil até 2050

Oportunidade gigante

Oportunidade gigante

O Brasil deverá ampliar seus investimentos em geração de energia para atender a demanda dos próximos 36 anos. Segundo estudo divulgado pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), a demanda brasileira crescerá até atingir 1.624 terawatt-hora (Twh), o triplo do que é consumido atualmente. Isso significa que o País responderá por um consumo de eletricidade similar ao que é verificado na União Europeia hoje, de cerca de 7 mil kwh por habitante, por ano. O consumo de eletricidade, gasolina e etanol dobrará no período, de acordo com o estudo.

Para garantir toda energia que o cenário apresentado pelo estudo da EPE prevê ser necessária, investimentos vêm sendo feitos em todas as cadeias do setor energético, tais como a construção de usinas hidrelétricas e eólicas, e linhas de transmissão e também em plataformas e sondas de exploração de petróleo e gás natural.

Fontes renováveis
Uma das fontes que terá papel de relevo na matriz energética do país é a eólica. Hoje, a energia dos ventos é responsável por apenas 2,2% do total fornecido pelo parque gerador elétrico brasileiro, mas já dobrou sua participação em relação ao ano passado e a tendência é que continue crescendo significativamente até 2050.

Dados da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) mostram que as usinas eólicas já em operação no país geraram 1,3 GW em junho deste ano, 141% a mais do que em o mesmo mês de 2013 (539 MW – que equivalia a 0,9% do total).

Fonte: Programa de Aceleração do Crescimento

Porque sua marca nunca será como a Apple? 7 razões respondem!

apple-iphone-stevejobs-salvadornetocomunicaçãoVocê pode estar suando a sua camisa para fazer a sua empresa acontecer e se diferenciar do mercado. Mas, não conseguirá revolucionar nada. Mais valiosa, admirada e também odiada marca do mundo, com mais de 100 bilhões de dólares em receitas anuais e um aumento de 66% nas vendas líquidas no ano passado.

E difícil até mesmo para os defensores fervorosos do PC não admitirem que estamos diante de uma empresa fora do comum. A Apple arrecadou 50% dos lucros da venda de telefonia de celular no mundo, enquanto tinha apenas 4% das vendas. Essa é uma ótima notícia, não?

Depende. A má notícia é que para a maioria das empresas e muito provavelmente isso sirva para a sua, puxar o exemplo da maçã é tão possível quanto ganhar na mega-sena. Duvida? Então aí vão algumas razões pelas quais a sua empresa possivelmente não vai conseguir criar uma marca tão magnífica quanto a Apple.

#1. O seu produto não é sensacional
Diga-nos se o seu produto ou serviço é realmente melhor do que ele poderia ser – no mundo dos sonhos? A sua empresa está altamente comprometida com a qualidade, inovação, design e simplicidade – um caminho que a Apple sempre trilhou?

O que você e a sua empresa fazem é realmente bom o suficiente, ou é apenas bom, ou “da pro gasto”? A marca mais valiosa do mundo não pensa assim. Se a sua empresa quer ser como a Apple, comece com um compromisso de produzir o melhor produto ou serviço que as pessoas podem imaginar. Não se contente com qualquer produto, ou qualquer solução.

Não dê nada ao mercado que não esteja perfeito. O seu produto veio revolucionar o mercado? O seu produto veio revolucionar o mercado?

#2. Você não se importa suficientemente com seus clientes
As marcas mais bem sucedidas do mundo não se tornam bem sucedidas sem uma profunda dedicação e doação às necessidades dos seus clientes. O foco da Apple no cliente é lendário. É só gastar uns 5 minutos dentro de uma Apple Store  que você vai entender do que estou falando. Aliás, esse deveria ser um exercício obrigatório para todo o varejista entender como deve tratar seus clientes.

Mas, se você não sabe do que estamos falando, aqui vão alguns exemplos: Funcionários simpáticos e informados sempre dispostos a ajudar, cumprimentando os clientes no momento em que estes entram nas lojas; As compras vêm até você. Seu novo iPhone, iPad, Mac será definido exatamente da maneira que você quiser na loja, por uma pessoa simpática, que realmente se importa que aquele produto funcione maravilhosamente bem pra você;

Se você tiver um problema ou dúvida, o Genius Bar está disponível à sua conveniência – uma melhoria enorme sobre o frustrante serviço de suporte técnico oferecido por 99,9% das empresas do mundo todo. Não me admira que as lojas da Apple tenham em média 18 mil visitantes em média por semana e arrecadem 10 vezes mais do que outros varejistas de sucesso.

Se você está seriamente comprometido em elevar a sua marca ao padrão Apple, você precisa ter uma página no seu manual de treinamento:

Abordagem de clientes com uma recepção personalizada e quente.

Probe (sonde) educadamente para atender todas as necessidades dos clientes.

Present (apresente) uma solução para o cliente levar para casa hoje.

Listen (escute) para resolver quaisquer problemas ou preocupações.

End (finalize) com um adeus afeiçoado e um convite para voltar.

Se todas as empresas do mundo adotarem esse tipo de estratégia, certamente alcançaremos a paz mundial.

#3. A sua empresa não é bonita o suficiente
Sejamos honestos. Pessoas bonitas sempre aparecem muito mais do que os não tão bonitos. E isso vale para tudo: sites, produtos, carros, casas, etc. Um dos mais notáveis focos da Apple é a sua estratégia de design impecável. Seus produtos, lojas, sites, anúncios, embalagens de mercadorias – até mesmo o sistema operacional – é milhares de degraus mais bonitos do que o melhor concorrente depois dela.

E a sua empresa? Se você não dedica esforço substancial e talento para projetar um produto que não apenas funciona muito bem, como também atende as necessidades dos clientes – e é bonito – então você está perdendo uma grande oportunidade de aprender com a Apple e se distanciar dos concorrentes.

A sua loja é tão atraente quanto a Apple Store? A sua loja é tão atraente quanto a Apple Store?

#4. A sua empresa não diz não às coisas
Em 1997, Steve Jobs sentou-se na conferência de desenvolvimento da Apple, respondeu às perguntas da audiência e disse a famosa frase: “decidir o que não fazer é tão importante quanto decidir o que fazer”. Pouco depois disso, Jobs reduziu os produtos da Apple que totalizavam 40 para apenas 4.

Esse tipo de foco – embora difícil de ser alcançado – é fundamental para colocar o destino da Apple de pavoroso, para impressionante, uma vez que naquela época a Apple estava à beira da falência. Foco exige imensa disciplina, bem como grande clareza e respeito ao usuário final. O foco exige que você renuncie aos projetos brilhantes, tendências, desafios competitivos e também ao seu desejo de espalhar sucesso o mais longe possível. Faça do “menos é mais” a sua religião.

A sua marca nunca será como a Apple se a sua empresa não aprender a se concentrar no que importa para os consumidores acima de tudo.

#5. Você não desafia a mesmice
Vamos parar e refletir por um instante. É muito fácil parar e criticar a Apple, principalmente para os invejosos. Para começar, eles cobram duas ou três vezes mais caro por seus produtos do que o concorrente e estão notoriamente fora das mídias sociais (com exceção dos fanboys que inundam as redes sempre). Além disso, temos também a personalidade excêntrica de Steve Jobs, que mesmo depois de morto ainda dita os rumos da companhia.

Mas, Jobs tinha culhões. Steve foi um homem disposto e até impulsionado a assumir riscos. E não apenas riscos normais, mas grandes riscos. E isso não tem a ver apenas com a emoção pelos riscos, mas sim por que ele tinha um desejo insaciável de fazer as coisas melhor, além de uma confiança inabalável em sua própria intuição.

“A intuição é uma coisa muito poderosa, mais poderosa do que o próprio intelecto, na minha opinião. Isso teve um grande impacto sobre o meu trabalho”. Steve Jobs. Desde a icônica campanha do “Think Diferent”, passando pelo Genius Bar, iTunes, iPad, a Apple tem estado sempre na vanguarda da invenção não apenas de dispositivos, mas de mercados inteiros.

Quando foi a última vez que você desafiou o status quo. Considere perguntar, em um momento de decisão: “o que Steve faria?”. O que Steve Jobs Faria no seu lugar? O que Steve Jobs Faria no seu lugar?

#6. A sua empresa quebra as suas promessas
Se pararmos para analisar, uma marca nada mais é do que uma promessa. Uma medida de confiança para qual o consumidor chega a uma decisão no momento em que faz uma escolha.

A marca Apple promete que através dos seus produtos, a sua individualidade triunfará. O seu iPhone, iPad, iPod irá te libertar de tudo. A Apple promete que quando você compra um iDevice você vai se tornar parte de uma comunidade de pensamento avançado independentes e que se recusam a ser detidos. Você será um tipo criativo de pessoa.

Sua escolha de um Mac, ao invés de um PC vai mostrar que  você está mais consciente  e mais evoluído do que aquele cara da Dell que senta na mesa ao lado. Você paga um prêmio por esse privilégio. Mas, vale a pena. Porque você confia que a Apple cumpre as suas promessas. E eles fazem. Quando Steve Jobs anunciou no iPhone um produto mágico e revolucionário ele estava dizendo a verdade. A sua marca está fazendo jus a sua promessa? Se não estiver, é hora de repensar tudo isso.

#7. A sua empresa não tem um bom porquê
No final de 1990 a Microsoft parecia uma força inalcançável, capturando os gigantes do passado, como Coca-Cola e GE para se tornar a empresa mais valiosa do mundo e a primeira a ultrapassar um limite de mercado de 500 milhões de dólares. Mas, como disse Henry Ford: “uma empresa que não faz nada, mas tem dinheiro é um negócio pobre” e, se olharmos para o que aconteceu com as ações da Microsoft e Apple prova o quanto essa afirmativa é verdadeira. O que há de tão diferente nessas duas empresas?

Uma delas é conhecida por criar produtos realmente úteis. A outra é admirada por fazer as coisas diferentes e  mudar completamente a nossa forma de experimentar a tecnologia. Ambas as marcas têm uma resposta muito clara à pergunta: “o que você faz?”, mas só uma tem uma resposta muito clara à pergunta “por que você faz isso?”.

A sua empresa tem uma razão clara e convincente do porque você faz o que faz? Qual o por quê da sua empresa? Qual o por quê da sua empresa?Sua empresa nunca será como a Apple. Não é apenas por ter um logotipo icônico ou uma embalagem sexy para os seus produtos que a Apple se tornou a empresa e marca mais valiosa do mundo. É tudo uma combinação poderosa de:

1) dedicação a um produto incrível; 2) sentimento verdadeiro para os clientes; 3) paixão por design; 4) foco extremo; 5) a coragem de reinventar tudo; 6) a entrega consistente da sua promessa; e 7) uma resposta muito clara ao por quê. Se você e a sua empresa conseguirem algo semelhante, talvez veremos a sua emrpesa juntamente com as marcas mais valiosas em alguns anos. E isso será magnífico.

O que você acha que leva uma marca ser vista como extraordinária pelas pessoas? Quais marcas que você acha que atingiram o status da Apple?

* Este artigo foi adaptado do original “7 reasons your brand will never be as awesome as Apple”, do HubSpot Blog e publicado no Jornal do Empreendedor

Imprensa: Jamais deixe de atender aos jornalistas

Atender a imprensa rapidamente é essencial aos negócios

Atender a imprensa rapidamente é essencial aos negócios e amplia valor da empresa ou organização

Um dos erros mais sérios para empresas, personalidades empresariais, esportivas, ou organizações sociais e não governamentais é a falta de transparência de seus atos, a inexistência de atendimento profissional da sua comunicaçao, e com isso, a inabilidade em se relacionar com os jornalistas que buscam a informação necessária para suas pautas. Normalmente isso acontece nas crises diante de problemas que empresas e negócios enfrentam – ambientais, trabalhistas, fotos inadequadas, declarações impensadas, entre outros. Normalmente a visão distorcida é que a imprensa e mídia em geral só desejam falar de erros em busca de audiência. Engano fatal.

notícia é um formato de divulgação de um acontecimento por meios jornalísticos. É a matéria-prima do Jornalismo, normalmente reconhecida como algum dado ou evento socialmente relevante que merece publicação. Fatos políticos, sociais, econômicos, culturais, naturais e outros podem ser notícia se afetarem indivíduos ou grupos significativos para um determinado veículo de imprensa. Geralmente, a notícia tem conotação negativa, justamente por ser excepcional, anormal ou de grande impacto social, como acidentes, tragédias, guerras e golpes de estado. Notícias têm valor jornalístico apenas quando acabaram de acontecer, ou quando não foram noticiadas previamente por nenhum veículo.

A “arte” do Jornalismo é escolher os assuntos que mais interessam ao público e apresentá-los de modo atraente. Nem todo texto jornalístico é noticioso, mas toda notícia é potencialmente objeto de apuração jornalística. Quatro fatores principais influenciam na qualidade da notícia:

– Novidade: a notícia deve conter informações novas, e não repetir as já conhecidas
– Proximidade: quanto mais próximo do leitor for o local do evento, mais interesse a notícia gera, porque implica mais diretamente na vida do leitor
– Tamanho: tanto o que for muito grande quanto o que for muito pequeno atrai a atenção do público
– Relevância: notícia deve ser importante, ou, pelo menos, significativa. Acontecimentos banais, corriqueiros, geralmente não interessam ao público

Portanto, quando um jornalista procurar você, sua empresa, buscando esclarecimentos sobre determinado fato que aconteceu, ou que poderá acontecer (fontes fornecem ao jornalista os fatos mesmo que você tente encobrir), não deixe de atender. Jamais negue informação. Nunca mande somente uma nota fria, principalmente sem qualquer contato pessoal seu ou de sua assessoria de imprensa. Aliás, profissionalizar a gestão da comunicação dos seus negócios é uma estratégia inteligente e estratégica. Uma crise de imagem mal gerida pode atingir o coração dos seus negócios.

Por isso seguem algumas dicas importantes que a Salvador Neto Comunicação oferece e pratica com seus clientes:

– Quando um jornalista telefona ou envia uma mensagem eletrônica solicitando uma informação ou entrevista, analise o tema e veja qual o profissional ou dirigente mais adequado a responder sobre o assunto

– Após identificar qual o porta-voz ou fonte mais adequada e preparada para falar sobre o tema, compreender a ocorrência e debater sobre, retorne ao jornalista indicando ao jornalista as formas de contato (telefone, celular, horários)

– Jamais passe contatos do especialista à imprensa sem antes consultá-lo, pois você deve deixar o mesmo à par da situação e da ocorrência, e também oferecer ao jornalista alguém que  efetivamente possa dar informações sobre o assunto e disponível.

– Sempre atenda o jornalista com cordialidade, rapidez e melhor, pessoalmente. Em casos extremos, se convoca inclusive uma entrevista coletiva com quem estiver mais preparado sobre o tema.

A Salvador Neto Comunicação tem mais de 20 anos de experiência em assessoria de imprensa e consultoria em comunicação estratégica, gerindo as mais variadas crises. Precisando dos nossos serviços, é só chamar!

* Escrito pelo jornalista Salvador Neto, diretor executivo da agência e profissional experiente na gestão da comunicação de inúmeras empresas e personalidades, especialista em gestão de crises de imagem e marketing digital.

Facebook e engajamento dos seus fãs

Não basta ter fãs, tem de engajar...

Não basta ter fãs, tem de engajar…

Você sabe como engajar os fãs da sua página? Nos tempos de hoje, não basta somente ter um número expressivo fãs no Facebook, e sim fazer com seus seguidores participem e se comuniquem com você, com a marca ou empresa. Pensando nisso pesquisamos que tipo de atualizações funcionam melhor para as páginas do Facebook para aumentar a interação com os usuários e encontramos estas dicas interessantes que você provavelmente achará útil para tornar a sua página mais envolvente:

– Postar foto gera 39% mais interações. De acordo com a Kissmetrics, posts com fotos geram 53% mais likes, 104% mais comentários e 84% cliques no link anexado.

– Posts pequenos geram 23% mais interações. Escrever posts com menos de 250 caracteres tende engajar 60% a mais do que os textos longos. Com menos de 80 caracteres, o engajamento sobe para 66%

– Usar Emotions nos comentários aumenta em 33%. De acordo com AMEX OPEN Forum infographic, usar emoticons nos comentário pode fazer uma grande diferença na taxa de engajamento. Eles podem gerar 33% mais comentários, e compartilhamento também. Como também posts com emotion conseguem 57% mais likes do aqueles sem.

– Posts com perguntas geram 100% mais comentários. Conforme o infográfico da Kissmetrics, 100% dos posts que continham um questionamento para os usuários gerram mais comentários.

– 35% dos fãs da Fanpage costumam participar dos comentários. O site Socially Stackedapresentou alguns dados informando que 35% dos usuários que deram like na Fanpage participam muito mais nos comentários.

– 42% de fãs curtem posts que oferecem cupom e descontos.

Com informações do Café e Marketing

Marketing Eleitoral e Mídias Sociais nas eleições de 2014

Candidatos devem investir com profissionalismo no marketing digital

Candidatos devem investir com profissionalismo no marketing digital

Ainda em fase de organização de equipes, estratégias e planos, a campanha eleitoral deste ano promete ser um divisor de águas entre as estratégias tradicionais e as digitais. Assim como já em 2012 nas eleições municipais, que foram decididas nos detalhes dos embates nas mídias sociais, o resultado das urnas em 2014 vai depender do que cada campanha realizar também nos meios digitais. É verdade que o corpo a corpo, o contato físico e social com os eleitores é fundamental, mas desprezar a comunicação digital poderá ser fatal para as pretensões dos candidatos.

Não vamos falar aqui do case Obama. Vamos falar do que temos no Brasil, um país vasto para a ação de marketing digital, mas ainda fraco em engajamento politico permanente como se faz nos EUA. E isso é determinante. Não há formulas magicas, há trabalho, pesquisa, diagnóstico correto e definição de ações que atinjam os públicos alvos de forma séria, responsável, objetiva, alinhadíssimas as realidades existentes no meio físico. Afinal, marketing é criar as condições para uma venda eficiente, com base no que existe de verdade a oferecer. Na área digital não é diferente.

O candidato que colocar todas as suas fichas nas mídias tradicionais tende a correr um sério risco. Porque o público jovem está nas mídias sociais. Porque sua mensagem chega a milhares de eleitores em segundos, sem gastar recursos naturais (panfletos/jornais = menos árvores), e de forma viral, engajando milhares em uma comunicação moderna. Como sempre defendemos em nossa agencia, planejar é o primeiro passo. Define, separadamente, os planos tradicional e digital. Cada qual tem suas ferramentas, e que devem ser escolhidos de acordo com os públicos-alvo, cenários pré-existentes, e em sinergia com os momentos de campanha.

Nada de colocar nas mãos de assessores sem capacitação sua comunicação digital. Monte equipes separadas para gerir sua comunicação eleitoral. Se você planejar bem, certamente terá somente uma equipe trabalhando, e somente no digital. Utilizar as mídias Facebook, o Twitter, o Youtube e o Google + será imprescindível. Criar conteúdos específicos também. E uma estratégia especial para a reta final dias antes das eleições e do voto, é tarefa que pode garantir o mandato tão desejado. Se preparar para atos de guerrilha digital contrários é determinante. Email marketing deve ser utilizado sempre para já eleitos, e na campanha de forma comedida. Mensagens via celular, é tiro no pé.

Há ferramentas como o Google Adwords, Facebook Ads, entre outras, que podem e devem ser utilizadas em fases de pré-campanha para atrair gente interessada em debates estratégicos para a vida de todos. Afinal, se ainda não somos um país tão consciente do ponto de vista politico, temos avanços no uso das mídias digitais como arma de conquista de corações e mentes desde as eleições de 2002. Nossa dica fundamental: não se descuide do marketing digital, e planeje, planeje. Desta forma a conquista dos votos será mais eficiente. E consciente.

* Salvador Neto é jornalista, consultor em comunicação, especialista em planejamento da comunicação, diretor da agência Salvador Neto Comunicação. É editor do Blog Palavra Livre (www.palavralivre.com.br), apresenta o programa de entrevistas Xeque Mate na TV Babitonga Canal 9 da NET Joinville (SC) (www.babitonga.tv.br) e é profissional com mais de 20 anos de atuação na comunicação em diversos setores.