Oportunidades: Demanda por energia elétrica vai triplicar no Brasil até 2050

Oportunidade gigante

Oportunidade gigante

O Brasil deverá ampliar seus investimentos em geração de energia para atender a demanda dos próximos 36 anos. Segundo estudo divulgado pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), a demanda brasileira crescerá até atingir 1.624 terawatt-hora (Twh), o triplo do que é consumido atualmente. Isso significa que o País responderá por um consumo de eletricidade similar ao que é verificado na União Europeia hoje, de cerca de 7 mil kwh por habitante, por ano. O consumo de eletricidade, gasolina e etanol dobrará no período, de acordo com o estudo.

Para garantir toda energia que o cenário apresentado pelo estudo da EPE prevê ser necessária, investimentos vêm sendo feitos em todas as cadeias do setor energético, tais como a construção de usinas hidrelétricas e eólicas, e linhas de transmissão e também em plataformas e sondas de exploração de petróleo e gás natural.

Fontes renováveis
Uma das fontes que terá papel de relevo na matriz energética do país é a eólica. Hoje, a energia dos ventos é responsável por apenas 2,2% do total fornecido pelo parque gerador elétrico brasileiro, mas já dobrou sua participação em relação ao ano passado e a tendência é que continue crescendo significativamente até 2050.

Dados da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) mostram que as usinas eólicas já em operação no país geraram 1,3 GW em junho deste ano, 141% a mais do que em o mesmo mês de 2013 (539 MW – que equivalia a 0,9% do total).

Fonte: Programa de Aceleração do Crescimento

Porque sua marca nunca será como a Apple? 7 razões respondem!

apple-iphone-stevejobs-salvadornetocomunicaçãoVocê pode estar suando a sua camisa para fazer a sua empresa acontecer e se diferenciar do mercado. Mas, não conseguirá revolucionar nada. Mais valiosa, admirada e também odiada marca do mundo, com mais de 100 bilhões de dólares em receitas anuais e um aumento de 66% nas vendas líquidas no ano passado.

E difícil até mesmo para os defensores fervorosos do PC não admitirem que estamos diante de uma empresa fora do comum. A Apple arrecadou 50% dos lucros da venda de telefonia de celular no mundo, enquanto tinha apenas 4% das vendas. Essa é uma ótima notícia, não?

Depende. A má notícia é que para a maioria das empresas e muito provavelmente isso sirva para a sua, puxar o exemplo da maçã é tão possível quanto ganhar na mega-sena. Duvida? Então aí vão algumas razões pelas quais a sua empresa possivelmente não vai conseguir criar uma marca tão magnífica quanto a Apple.

#1. O seu produto não é sensacional
Diga-nos se o seu produto ou serviço é realmente melhor do que ele poderia ser – no mundo dos sonhos? A sua empresa está altamente comprometida com a qualidade, inovação, design e simplicidade – um caminho que a Apple sempre trilhou?

O que você e a sua empresa fazem é realmente bom o suficiente, ou é apenas bom, ou “da pro gasto”? A marca mais valiosa do mundo não pensa assim. Se a sua empresa quer ser como a Apple, comece com um compromisso de produzir o melhor produto ou serviço que as pessoas podem imaginar. Não se contente com qualquer produto, ou qualquer solução.

Não dê nada ao mercado que não esteja perfeito. O seu produto veio revolucionar o mercado? O seu produto veio revolucionar o mercado?

#2. Você não se importa suficientemente com seus clientes
As marcas mais bem sucedidas do mundo não se tornam bem sucedidas sem uma profunda dedicação e doação às necessidades dos seus clientes. O foco da Apple no cliente é lendário. É só gastar uns 5 minutos dentro de uma Apple Store  que você vai entender do que estou falando. Aliás, esse deveria ser um exercício obrigatório para todo o varejista entender como deve tratar seus clientes.

Mas, se você não sabe do que estamos falando, aqui vão alguns exemplos: Funcionários simpáticos e informados sempre dispostos a ajudar, cumprimentando os clientes no momento em que estes entram nas lojas; As compras vêm até você. Seu novo iPhone, iPad, Mac será definido exatamente da maneira que você quiser na loja, por uma pessoa simpática, que realmente se importa que aquele produto funcione maravilhosamente bem pra você;

Se você tiver um problema ou dúvida, o Genius Bar está disponível à sua conveniência – uma melhoria enorme sobre o frustrante serviço de suporte técnico oferecido por 99,9% das empresas do mundo todo. Não me admira que as lojas da Apple tenham em média 18 mil visitantes em média por semana e arrecadem 10 vezes mais do que outros varejistas de sucesso.

Se você está seriamente comprometido em elevar a sua marca ao padrão Apple, você precisa ter uma página no seu manual de treinamento:

Abordagem de clientes com uma recepção personalizada e quente.

Probe (sonde) educadamente para atender todas as necessidades dos clientes.

Present (apresente) uma solução para o cliente levar para casa hoje.

Listen (escute) para resolver quaisquer problemas ou preocupações.

End (finalize) com um adeus afeiçoado e um convite para voltar.

Se todas as empresas do mundo adotarem esse tipo de estratégia, certamente alcançaremos a paz mundial.

#3. A sua empresa não é bonita o suficiente
Sejamos honestos. Pessoas bonitas sempre aparecem muito mais do que os não tão bonitos. E isso vale para tudo: sites, produtos, carros, casas, etc. Um dos mais notáveis focos da Apple é a sua estratégia de design impecável. Seus produtos, lojas, sites, anúncios, embalagens de mercadorias – até mesmo o sistema operacional – é milhares de degraus mais bonitos do que o melhor concorrente depois dela.

E a sua empresa? Se você não dedica esforço substancial e talento para projetar um produto que não apenas funciona muito bem, como também atende as necessidades dos clientes – e é bonito – então você está perdendo uma grande oportunidade de aprender com a Apple e se distanciar dos concorrentes.

A sua loja é tão atraente quanto a Apple Store? A sua loja é tão atraente quanto a Apple Store?

#4. A sua empresa não diz não às coisas
Em 1997, Steve Jobs sentou-se na conferência de desenvolvimento da Apple, respondeu às perguntas da audiência e disse a famosa frase: “decidir o que não fazer é tão importante quanto decidir o que fazer”. Pouco depois disso, Jobs reduziu os produtos da Apple que totalizavam 40 para apenas 4.

Esse tipo de foco – embora difícil de ser alcançado – é fundamental para colocar o destino da Apple de pavoroso, para impressionante, uma vez que naquela época a Apple estava à beira da falência. Foco exige imensa disciplina, bem como grande clareza e respeito ao usuário final. O foco exige que você renuncie aos projetos brilhantes, tendências, desafios competitivos e também ao seu desejo de espalhar sucesso o mais longe possível. Faça do “menos é mais” a sua religião.

A sua marca nunca será como a Apple se a sua empresa não aprender a se concentrar no que importa para os consumidores acima de tudo.

#5. Você não desafia a mesmice
Vamos parar e refletir por um instante. É muito fácil parar e criticar a Apple, principalmente para os invejosos. Para começar, eles cobram duas ou três vezes mais caro por seus produtos do que o concorrente e estão notoriamente fora das mídias sociais (com exceção dos fanboys que inundam as redes sempre). Além disso, temos também a personalidade excêntrica de Steve Jobs, que mesmo depois de morto ainda dita os rumos da companhia.

Mas, Jobs tinha culhões. Steve foi um homem disposto e até impulsionado a assumir riscos. E não apenas riscos normais, mas grandes riscos. E isso não tem a ver apenas com a emoção pelos riscos, mas sim por que ele tinha um desejo insaciável de fazer as coisas melhor, além de uma confiança inabalável em sua própria intuição.

“A intuição é uma coisa muito poderosa, mais poderosa do que o próprio intelecto, na minha opinião. Isso teve um grande impacto sobre o meu trabalho”. Steve Jobs. Desde a icônica campanha do “Think Diferent”, passando pelo Genius Bar, iTunes, iPad, a Apple tem estado sempre na vanguarda da invenção não apenas de dispositivos, mas de mercados inteiros.

Quando foi a última vez que você desafiou o status quo. Considere perguntar, em um momento de decisão: “o que Steve faria?”. O que Steve Jobs Faria no seu lugar? O que Steve Jobs Faria no seu lugar?

#6. A sua empresa quebra as suas promessas
Se pararmos para analisar, uma marca nada mais é do que uma promessa. Uma medida de confiança para qual o consumidor chega a uma decisão no momento em que faz uma escolha.

A marca Apple promete que através dos seus produtos, a sua individualidade triunfará. O seu iPhone, iPad, iPod irá te libertar de tudo. A Apple promete que quando você compra um iDevice você vai se tornar parte de uma comunidade de pensamento avançado independentes e que se recusam a ser detidos. Você será um tipo criativo de pessoa.

Sua escolha de um Mac, ao invés de um PC vai mostrar que  você está mais consciente  e mais evoluído do que aquele cara da Dell que senta na mesa ao lado. Você paga um prêmio por esse privilégio. Mas, vale a pena. Porque você confia que a Apple cumpre as suas promessas. E eles fazem. Quando Steve Jobs anunciou no iPhone um produto mágico e revolucionário ele estava dizendo a verdade. A sua marca está fazendo jus a sua promessa? Se não estiver, é hora de repensar tudo isso.

#7. A sua empresa não tem um bom porquê
No final de 1990 a Microsoft parecia uma força inalcançável, capturando os gigantes do passado, como Coca-Cola e GE para se tornar a empresa mais valiosa do mundo e a primeira a ultrapassar um limite de mercado de 500 milhões de dólares. Mas, como disse Henry Ford: “uma empresa que não faz nada, mas tem dinheiro é um negócio pobre” e, se olharmos para o que aconteceu com as ações da Microsoft e Apple prova o quanto essa afirmativa é verdadeira. O que há de tão diferente nessas duas empresas?

Uma delas é conhecida por criar produtos realmente úteis. A outra é admirada por fazer as coisas diferentes e  mudar completamente a nossa forma de experimentar a tecnologia. Ambas as marcas têm uma resposta muito clara à pergunta: “o que você faz?”, mas só uma tem uma resposta muito clara à pergunta “por que você faz isso?”.

A sua empresa tem uma razão clara e convincente do porque você faz o que faz? Qual o por quê da sua empresa? Qual o por quê da sua empresa?Sua empresa nunca será como a Apple. Não é apenas por ter um logotipo icônico ou uma embalagem sexy para os seus produtos que a Apple se tornou a empresa e marca mais valiosa do mundo. É tudo uma combinação poderosa de:

1) dedicação a um produto incrível; 2) sentimento verdadeiro para os clientes; 3) paixão por design; 4) foco extremo; 5) a coragem de reinventar tudo; 6) a entrega consistente da sua promessa; e 7) uma resposta muito clara ao por quê. Se você e a sua empresa conseguirem algo semelhante, talvez veremos a sua emrpesa juntamente com as marcas mais valiosas em alguns anos. E isso será magnífico.

O que você acha que leva uma marca ser vista como extraordinária pelas pessoas? Quais marcas que você acha que atingiram o status da Apple?

* Este artigo foi adaptado do original “7 reasons your brand will never be as awesome as Apple”, do HubSpot Blog e publicado no Jornal do Empreendedor

Imprensa: Jamais deixe de atender aos jornalistas

Atender a imprensa rapidamente é essencial aos negócios

Atender a imprensa rapidamente é essencial aos negócios e amplia valor da empresa ou organização

Um dos erros mais sérios para empresas, personalidades empresariais, esportivas, ou organizações sociais e não governamentais é a falta de transparência de seus atos, a inexistência de atendimento profissional da sua comunicaçao, e com isso, a inabilidade em se relacionar com os jornalistas que buscam a informação necessária para suas pautas. Normalmente isso acontece nas crises diante de problemas que empresas e negócios enfrentam – ambientais, trabalhistas, fotos inadequadas, declarações impensadas, entre outros. Normalmente a visão distorcida é que a imprensa e mídia em geral só desejam falar de erros em busca de audiência. Engano fatal.

notícia é um formato de divulgação de um acontecimento por meios jornalísticos. É a matéria-prima do Jornalismo, normalmente reconhecida como algum dado ou evento socialmente relevante que merece publicação. Fatos políticos, sociais, econômicos, culturais, naturais e outros podem ser notícia se afetarem indivíduos ou grupos significativos para um determinado veículo de imprensa. Geralmente, a notícia tem conotação negativa, justamente por ser excepcional, anormal ou de grande impacto social, como acidentes, tragédias, guerras e golpes de estado. Notícias têm valor jornalístico apenas quando acabaram de acontecer, ou quando não foram noticiadas previamente por nenhum veículo.

A “arte” do Jornalismo é escolher os assuntos que mais interessam ao público e apresentá-los de modo atraente. Nem todo texto jornalístico é noticioso, mas toda notícia é potencialmente objeto de apuração jornalística. Quatro fatores principais influenciam na qualidade da notícia:

– Novidade: a notícia deve conter informações novas, e não repetir as já conhecidas
– Proximidade: quanto mais próximo do leitor for o local do evento, mais interesse a notícia gera, porque implica mais diretamente na vida do leitor
– Tamanho: tanto o que for muito grande quanto o que for muito pequeno atrai a atenção do público
– Relevância: notícia deve ser importante, ou, pelo menos, significativa. Acontecimentos banais, corriqueiros, geralmente não interessam ao público

Portanto, quando um jornalista procurar você, sua empresa, buscando esclarecimentos sobre determinado fato que aconteceu, ou que poderá acontecer (fontes fornecem ao jornalista os fatos mesmo que você tente encobrir), não deixe de atender. Jamais negue informação. Nunca mande somente uma nota fria, principalmente sem qualquer contato pessoal seu ou de sua assessoria de imprensa. Aliás, profissionalizar a gestão da comunicação dos seus negócios é uma estratégia inteligente e estratégica. Uma crise de imagem mal gerida pode atingir o coração dos seus negócios.

Por isso seguem algumas dicas importantes que a Salvador Neto Comunicação oferece e pratica com seus clientes:

– Quando um jornalista telefona ou envia uma mensagem eletrônica solicitando uma informação ou entrevista, analise o tema e veja qual o profissional ou dirigente mais adequado a responder sobre o assunto

– Após identificar qual o porta-voz ou fonte mais adequada e preparada para falar sobre o tema, compreender a ocorrência e debater sobre, retorne ao jornalista indicando ao jornalista as formas de contato (telefone, celular, horários)

– Jamais passe contatos do especialista à imprensa sem antes consultá-lo, pois você deve deixar o mesmo à par da situação e da ocorrência, e também oferecer ao jornalista alguém que  efetivamente possa dar informações sobre o assunto e disponível.

– Sempre atenda o jornalista com cordialidade, rapidez e melhor, pessoalmente. Em casos extremos, se convoca inclusive uma entrevista coletiva com quem estiver mais preparado sobre o tema.

A Salvador Neto Comunicação tem mais de 20 anos de experiência em assessoria de imprensa e consultoria em comunicação estratégica, gerindo as mais variadas crises. Precisando dos nossos serviços, é só chamar!

* Escrito pelo jornalista Salvador Neto, diretor executivo da agência e profissional experiente na gestão da comunicação de inúmeras empresas e personalidades, especialista em gestão de crises de imagem e marketing digital.

Facebook e engajamento dos seus fãs

Não basta ter fãs, tem de engajar...

Não basta ter fãs, tem de engajar…

Você sabe como engajar os fãs da sua página? Nos tempos de hoje, não basta somente ter um número expressivo fãs no Facebook, e sim fazer com seus seguidores participem e se comuniquem com você, com a marca ou empresa. Pensando nisso pesquisamos que tipo de atualizações funcionam melhor para as páginas do Facebook para aumentar a interação com os usuários e encontramos estas dicas interessantes que você provavelmente achará útil para tornar a sua página mais envolvente:

– Postar foto gera 39% mais interações. De acordo com a Kissmetrics, posts com fotos geram 53% mais likes, 104% mais comentários e 84% cliques no link anexado.

– Posts pequenos geram 23% mais interações. Escrever posts com menos de 250 caracteres tende engajar 60% a mais do que os textos longos. Com menos de 80 caracteres, o engajamento sobe para 66%

– Usar Emotions nos comentários aumenta em 33%. De acordo com AMEX OPEN Forum infographic, usar emoticons nos comentário pode fazer uma grande diferença na taxa de engajamento. Eles podem gerar 33% mais comentários, e compartilhamento também. Como também posts com emotion conseguem 57% mais likes do aqueles sem.

– Posts com perguntas geram 100% mais comentários. Conforme o infográfico da Kissmetrics, 100% dos posts que continham um questionamento para os usuários gerram mais comentários.

– 35% dos fãs da Fanpage costumam participar dos comentários. O site Socially Stackedapresentou alguns dados informando que 35% dos usuários que deram like na Fanpage participam muito mais nos comentários.

– 42% de fãs curtem posts que oferecem cupom e descontos.

Com informações do Café e Marketing

Marketing Eleitoral e Mídias Sociais nas eleições de 2014

Candidatos devem investir com profissionalismo no marketing digital

Candidatos devem investir com profissionalismo no marketing digital

Ainda em fase de organização de equipes, estratégias e planos, a campanha eleitoral deste ano promete ser um divisor de águas entre as estratégias tradicionais e as digitais. Assim como já em 2012 nas eleições municipais, que foram decididas nos detalhes dos embates nas mídias sociais, o resultado das urnas em 2014 vai depender do que cada campanha realizar também nos meios digitais. É verdade que o corpo a corpo, o contato físico e social com os eleitores é fundamental, mas desprezar a comunicação digital poderá ser fatal para as pretensões dos candidatos.

Não vamos falar aqui do case Obama. Vamos falar do que temos no Brasil, um país vasto para a ação de marketing digital, mas ainda fraco em engajamento politico permanente como se faz nos EUA. E isso é determinante. Não há formulas magicas, há trabalho, pesquisa, diagnóstico correto e definição de ações que atinjam os públicos alvos de forma séria, responsável, objetiva, alinhadíssimas as realidades existentes no meio físico. Afinal, marketing é criar as condições para uma venda eficiente, com base no que existe de verdade a oferecer. Na área digital não é diferente.

O candidato que colocar todas as suas fichas nas mídias tradicionais tende a correr um sério risco. Porque o público jovem está nas mídias sociais. Porque sua mensagem chega a milhares de eleitores em segundos, sem gastar recursos naturais (panfletos/jornais = menos árvores), e de forma viral, engajando milhares em uma comunicação moderna. Como sempre defendemos em nossa agencia, planejar é o primeiro passo. Define, separadamente, os planos tradicional e digital. Cada qual tem suas ferramentas, e que devem ser escolhidos de acordo com os públicos-alvo, cenários pré-existentes, e em sinergia com os momentos de campanha.

Nada de colocar nas mãos de assessores sem capacitação sua comunicação digital. Monte equipes separadas para gerir sua comunicação eleitoral. Se você planejar bem, certamente terá somente uma equipe trabalhando, e somente no digital. Utilizar as mídias Facebook, o Twitter, o Youtube e o Google + será imprescindível. Criar conteúdos específicos também. E uma estratégia especial para a reta final dias antes das eleições e do voto, é tarefa que pode garantir o mandato tão desejado. Se preparar para atos de guerrilha digital contrários é determinante. Email marketing deve ser utilizado sempre para já eleitos, e na campanha de forma comedida. Mensagens via celular, é tiro no pé.

Há ferramentas como o Google Adwords, Facebook Ads, entre outras, que podem e devem ser utilizadas em fases de pré-campanha para atrair gente interessada em debates estratégicos para a vida de todos. Afinal, se ainda não somos um país tão consciente do ponto de vista politico, temos avanços no uso das mídias digitais como arma de conquista de corações e mentes desde as eleições de 2002. Nossa dica fundamental: não se descuide do marketing digital, e planeje, planeje. Desta forma a conquista dos votos será mais eficiente. E consciente.

* Salvador Neto é jornalista, consultor em comunicação, especialista em planejamento da comunicação, diretor da agência Salvador Neto Comunicação. É editor do Blog Palavra Livre (www.palavralivre.com.br), apresenta o programa de entrevistas Xeque Mate na TV Babitonga Canal 9 da NET Joinville (SC) (www.babitonga.tv.br) e é profissional com mais de 20 anos de atuação na comunicação em diversos setores.

Ruídos na comunicação interna? Cinco dicas para ajudar você nesta luta!

Não deixe a sua empresa virar uma torre de Babel! Invista em comunicação interna já!

Não deixe a sua empresa virar uma torre de Babel! Invista em comunicação interna já!

João estava cuidando de um projeto especialíssimo. Estudava todas as nuances, objetivos, formas de coloca-lo em prática e gerar resultados para a empresa. Fechado em seu mundo, sem discutir saídas ou ações possíveis com colegas, e até chefias, chegou a uma encruzilhada. Nada vinha a sua mente. De outro lado, na mesma sala, Geraldo tocava outros projetos. Experiente, aberto a debates e troca de ideias, ele estava ali a poucos metros de João e com a solução! Mas nem um, nem outro, sabiam como compartilhar seus anseios na cultura da empresa. Muito tempo e dinheiro em horas, investimento que poderia ter sido melhor canalizado.

Esse e tantos outros casos acontecem diariamente nas empresas pelo mundo afora. A depender do segmento do negócio, mais problemas surgem na comunicação interna. Faltam investimentos em processos que viabilizem a troca de ideias, de notícias e informações. E não se trata apenas de criar grupos no Facebook, WhatsApp, Google. Trata-se de mudar a cultura existente internamente. De promover a abertura que possibilita a geração de insights, ideias renovadoras, de compreender que quanto mais comunicação aberta, compartilhada e disponível, melhores resultados a empresa alcança.

Veja algumas dicas que temos para encarar esses ruídos:

1)    Contrate um profissional: não ponha sua comunicação, qualquer que seja, para públicos externos ou internos, nas mãos de quem não tem a formação necessária. Busque no mercado quem possa apoiar a criação, o planejamento e até a execução do plano no dia a dia. Você quer resolver o seu problema? Então coloque em mãos profissionais. Quando você precisa de um médico, procura um administrador? Não, não é mesmo?

2)    Desafie sua equipe a pensar comunicação: reúna o time e faça uma grande tempestade de ideias. Abra geral para ouvir os problemas, as soluções. Não se feche a nada que vier dessa chuva. Organize tudo, avalie, diagnostique. Terá em mãos um tesouro.

3)    Planeje as ações: de posse de todas as informações que o time jogou à mesa, ponha a cabeça para funcionar. Analise o seu público, o espaço físico, as estratégias que tens para a empresa. Sistematize tudo em ações em ordem de prioridade.

4)    Eleja uma comissão de ação: crie um processo que eleja o grupo de gestão dessa comunicação interna. Eles têm a responsabilidade de colocar em andamento o plano produzido, avaliar o que acontece nos resultados, fazer a roda girar. Essa comissão deve ser mudada a cada período definido pela diretoria.

5)    Encontre a ferramenta certa: nas ações a serem executadas haverá certamente atividades internas, impressos, e claro, uso das mídias digitais. Encontre um sistema que seja adequado ao tamanho da sua empresa parar gerir, engajar e promover a circulação das informações de forma ágil e profissional.

Siga esses passos, e também sua expertise para encontrar o melhor caminho. Não deixe que a confusão na comunicação faça sua empresa naufragar. Sucesso!

* Salvador Neto é jornalista, consultor em comunicação, especialista em planejamento da comunicação, diretor da agência Salvador Neto Comunicação. É editor do Blog Palavra Livre (www.palavralivre.com.br), apresenta o programa de entrevistas Xeque Mate na TV Babitonga Canal 9 da NET Joinville (SC) (www.babitonga.tv.br) e é profissional com mais de 20 anos de atuação na comunicação em diversos setores.

Fuja do “achismo”

O "achismo" grassa em empresas e organizações. Fuja dele!

O “achismo” grassa em empresas e organizações. Fuja dele!

Uma das modalidades mais utilizadas na comunicação de empresas e organizações em geral é o achismo. Você não sabe o que é? Nunca ouviu isso em reuniões intermináveis para se descobrir a solução final de problemas em sua empresa? Achismo, dizem os dicionários, é a tendência em avaliar as situações segundo as próprias opiniões ou intenções, muitas vezes sem justificação. Opiniões, eu tenho a minha, você tem a sua. Intenções, todos têm, dependendo do que se deseja obter. Agora, justificar a sua proposta é um caminho um pouco mais duro, e depende muito do background do profissional.

O achismo é uma das fontes mais fecundas dos fracassos em projetos de comunicação mundo afora. Na política, assessores vivem achando tudo, sobre tudo, e com base nisso decidem rumos que não poucas vezes levam lideres políticos à ruína. Nas finanças, achar que a inflação, o cambio, os juros, vão subir descer, cavam rapidamente a falência. Nas empresas em geral, lançar produtos e serviços com base no achismo carreia milhões para ralos dos mais diversos, causando perdas incalculáveis para a imagem das empresas, e claro para o bolso dos sócios e acionistas.

Pesquisas, pesquisar dados estatísticos, tendências, estratégias, ter uma leitura do mundo como um todo, isso tudo e mais um pouco deve ser feito com prioridade. Experiência é fruto de tentativas, e aí erros e acertos. Essas vivências é que determinam o conhecimento, aliado a pesquisa, embasamento em bases sólidas. Fuja de mágicos que oferecem o santo graal para a cura de todos os males da empresa. Não dê ouvidos a quem acha muita coisa, mas pouco tem de base concreta para afirmações que levam a decisões estratégicas. Aposte em quem pensa, e planeja. Os resultados serão infinitamente superiores ao time dos achistas.

O difícil garimpo da comunicação

Garimpar informações nas empresas ainda é grande desafio

Garimpar informações nas empresas ainda é grande desafio

As informações, pequenos detalhes do negócio, as negociações, conquistas, treinamentos, eventos, e muito mais, são ouro em pó para quem trabalha com assessoria de imprensa e comunicação, consultoria e marketing. Porque é a partir destes pequenos retalhos que se compõe muitas vezes a noticia que precisamos para construir conteúdos de informativos, sites, para fanpages, e nutrir a imprensa e mídia com o que acontece com nossos clientes. Mas para quem pensa que esse garimpo é fácil, está enganado.

Assim como em outras profissões, também no caso das agencias de assessoria de imprensa, comunicação, marketing, é um grande entrave conseguir amealhar esses fatos nas empresas e organizações. Na maioria dos casos, o empresário quer estar nas colunas sociais, de economia, negócios, ou dar entrevistas para os meios de comunicação. E pensa que somente contratando um assessor, agencia, já terá tudo isso. Ele participa do briefing inicial, define que o plano construído será executado, e depois se retira de cena.

Há que se ter um processo comunicativo permanente dentro das organizações. A vontade de expressar o que acontece internamente, as novidades de novos clientes, uma viagem a feiras, ou ganhos de qualidade, ou mesmo de produtividade, devem ser faladas, comunicadas, como se fosse a salvação do negócio. Porque isso tudo não só motiva o time que luta no dia a dia para a conquista de objetivos, mas mantem a coesão e o conhecimento de todos. E sobra para quem precisa: a assessoria de comunicação, que com isso produz a geração e distribuição dos fatos.

Confiança é palavra chave na comunicação. Não pode haver segredos entre diretoria e assessorados, porque saber de tudo e sobre tudo é estratégico para quem comunica e gere a estratégia de comunicação. Isso evita que possíveis crises sejam mortais, promove oportunidades onde parecia não haver nada que reluzisse como ouro. E fundamentalmente melhora e muito o atendimento a clientes e fornecedores, pois com uma equipe bem informada, há cliente bem informado, bem atendido. Isso representa sucesso da empresa.

Então, para que a empresa, o negócio ou a organização ganhem mais, é preciso abrir o mapa dos tesouros – os fatos, informações atuais, futuras e até que já passou – facilitando o garimpo dos profissionais de comunicação. Segredo é bom, mas para manter a concorrência desorientada, nunca seus assessores de confiança.

* Salvador Neto é jornalista, consultor em comunicação, especialista em planejamento da comunicação, diretor da agência Salvador Neto Comunicação. É editor do Blog Palavra Livre (www.palavralivre.com.br), apresenta o programa de entrevistas Xeque Mate na TV Babitonga Canal 9 da NET Joinville (SC) (www.babitonga.tv.br) e é profissional com mais de 20 anos de atuação na comunicação em diversos setores.

A assessoria de imprensa 2.0

Assessoria de imprensa cada vez mais profissional exige capacitação digital

Assessoria de imprensa cada vez mais profissional exige capacitação digital

Um dos profissionais mais requisitados por empresas e organizações para gerenciar e produzir conteúdos dos seus negócios, e mediar as relações com a mídia, é o assessor de imprensa. Cargo geralmente ocupado (e deveria ser assim sempre) por jornalistas formados e diplomados é daquelas funções de confiança imprescindíveis para a gestão das empresas. Por quê? Porque gerir comunicação interna, externa, com stakeholders, sociedade, público e ainda com a mídia é o coração dos negócios. Quem ainda não descobriu isso, ou não apostou, corre sérios riscos.

Antes função que exigia dos jornalistas assessores a busca por notícias da empresa, a pesquisa, elaboração dos textos e envio de relises (texto redigido em formato jornalístico) aos colegas dos meios de comunicação tradicionais, hoje exige muito mais. Nos tempos atuais em que o digital ocupa corações e mentes da sociedade, e muito mais dos meios tradicionais da mídia com jornais, TVs e rádios, a assessoria de imprensa vai mais além. Ela precisa hoje estar conectada nas redes e mídias sociais; interagir com os públicos do cliente e jornalistas de redações de portais e sites noticiosos, colunistas, em tempo real. Uma transformação gigantesca.

A assessoria de imprensa moderna precisa oferecer além do presencial e físico, a consultoria na otimização da busca orgânica (SEO), criar podcasts, áudios de entrevistas com seus assessorados para disponibilizar as rádios o conteúdo, produzir vídeos-relises, apresentações para as mídias disponíveis como Youtube, Facebook, Slideshare, ou seja, construir um novo relacionamento com os meios de imprensa, cada vez mais enxutos em suas redações, e mais exigentes ao preencher seus espaços noticiosos seja nos meios impressos ou digitais. Mais que um executor capacitado, o assessor de imprensa ou assessoria de imprensa precisa ser um magnífico gestor, consultor e estrategista em todos os meios, notadamente o digital.

Além da inteligência e do ótimo texto redigido tecnicamente, objetivo, claro, conciso, a assessoria de imprensa moderna exige novas capacidades dos profissionais e empresas prestadoras deste serviço: a capacitação para uso das ferramentas digitais aliada à visão estratégica dos mercados em que seus clientes atuam. E mais que nunca é preciso planejar com ainda mais competência para identificar os problemas de comunicação, as oportunidades que representam, para sobreviver no segmento de assessoria, e ganhar a confiança das empresas. Assessoria de imprensa que já era fundamental aos negócios, passa a ser prioridade a todas as empresas que desejam o topo.

* Salvador Neto é jornalista, consultor em comunicação, especialista em planejamento da comunicação, diretor da agência Salvador Neto Comunicação. É editor do Blog Palavra Livre (www.palavralivre.com.br), apresenta o programa de entrevistas Xeque Mate na TV Babitonga Canal 9 da NET Joinville (SC) (www.babitonga.tv.br) e é profissional com mais de 20 anos de atuação na comunicação em diversos setores.

Marketing Digital: O conteúdo é rei!

Não basta estar no meio digital, tem de estar de forma profissional

Não basta estar no meio digital, tem de estar de forma profissional

Com o crescimento cada vez mais acentuado no uso da tecnologia, e da internet por excelência, fazer marketing digital se tornou fundamental para o sucesso nos negócios. Estar na rede internacional é estar vivo, ativo, participante do mundo dos negócios de forma moderna, atraente, e gerando negócios a partir de sua aldeia para um espaço mercadológico sem fronteiras. Mas não basta apenas criar um site, e estar presente em mídias sociais como Facebook, Linkedyn, YouTube e outros.

Muitas empresas pensam que entrar na rede com qualquer site, estático, feito por criadores de sites a distancia, ou mesmo em plataformas pré-concebidas, já basta. Minha vida na comunicação me diz que não, pois executei vários projetos na área. Primeiramente, é preciso planejar, como já dissemos em post anterior (clique aqui). Compreender todos os cenários, públicos, dados, relacioná-los, e aí sim, decidir quais ações e ferramentas utilizar. Senão, são tempo e dinheiro perdidos.

Mais ainda que isso, mesmo você acertando os passos de planejamento, escolhendo as mídias aonde vai estar ativo e atuante, é preciso profissionalismo na geração do conteúdo e na gestão destes meios de comunicação digitais. Há que se ter uma estratégia clara de conteúdo, e não deixar nas mãos de estagiários, ou funcionários de algum setor da empresa, a responsabilidade tanto da gestão quanto da geração do conteúdo. Erros nas mídias tradicionais já são traumáticos, imaginem na esfera digital! Um desastre completo!

Nada contra estagiários, mas o que se quer ilustrar é que o conteúdo a ser publicado e distribuído em nome da empresa tem de ser delegado a profissionais experientes, especializados, conhecedores do contexto e hábeis escritores. Escrever é algo misterioso para escritores, e algo tão sério que há profissões como jornalistas, redatores, preparados para dar sentido ao que vai ao papel ou tela, ou mídias sociais e sites. Estagiários podem sim executar, desde que monitorados por estes profissionais.

Os textos devem ser produzidos por profissionais do texto, capacitados na pesquisa, ordenamento, escrita, e sentido ao tema proposto. Além disso, de um conteúdo “rei”, é preciso o monitoramento das participações de clientes, público, fornecedores, respondendo dúvidas, gerando negócios… Portanto, antes de entrar no mundo digital, pense bem, encontre parceiros conhecedores do tema, e aí, sim entre com firmeza e profissionalismo. Aí é caminho certo para bons negócios.

* Salvador Neto é jornalista, consultor em comunicação, especialista em planejamento da comunicação, diretor da agência Salvador Neto Comunicação. É editor do Blog Palavra Livre (www.palavralivre.com.br), apresenta o programa de entrevistas Xeque Mate na TV Babitonga Canal 9 da NET Joinville (SC) (www.babitonga.tv.br) e é profissional com mais de 20 anos de atuação na comunicação em diversos setores.