Arquivar 2019

Gestão de crises em tempos de fake news

Não é novidade para ninguém que as famosas “fake news” invadiram as mídias sociais e complicaram a vida de pessoas comuns, personalidades, empresas e governos. Como sempre nós seres humanos temos a infinita capacidade de criar algo novo e bom em coisa muito ruim.

Já disse o grande Umberto Eco que as mídias sociais deram voz aos idiotas, o que complica muitíssimo a nossa capacidade de compreensão de ideias, pensamentos construtivos. Afinal, a seara da internet possibilita realmente uma alta democratização do pensamento, seja ele bom ou ruim. No momento, e como sempre foi nos tempos analógicos, as mensagens ruins animam mais a plateia que as boas.

O que fazer nestes terríveis tempos de fake news então? Em primeiro lugar, ter um planejamento estratégico da comunicação para estabelecer limites éticos e de conteúdo que será produzido e divulgado. Sim, a partir de uma régua de conteúdo, todos da organização, da família, e outros, podem compreender os limites de exposição.

Em segundo lugar, criar mecanismos de identificação de fake news sobre você, sua empresa, empreendimento, governo, para que rapidamente se estabeleça uma resposta rápida, objetiva e terminativa diante da mentira espalhada. Existem mecanismos que podem identificar essas maldades, veja alguns deles:

Aos Fatos (aosfatos.org)

Agência que verifica vídeos, correntes e memes que circulam na internet.

e-farsas.com

Criado em 2002, o blog foi um dos primeiros a desmentir boatos no Brasil.

B.S. Detector (bsdetector.tech)

Plug-in de navegador que analisa a veracidade e classifica o site acessado.

Vaza, Falsiane (vazafalsiane.com)

Curso online, gratuito e interativo sobre notícias falsas.

Fontes: Sites G1, Harvard Summer School, IFLA, Nova Escola, First Draft e Vaza, Falsiane.

Finalmente, tenha uma assessoria de imprensa e comunicação com boa reputação e experiência que saiba gerir os efeitos de um ataque de fake news. A rápida resposta a uma crise é ainda o melhor antídoto contra notícias que afetem a imagem dos negócios e pessoas. Em tempos digitais, em que com dois toques de dedos as penas se espalham de um continente a outro, a aplicação do remédio tem que ser na mesma rapidez.

Precisou de Assessoria de Imprensa, conte conosco, mais de 25 anos de atuação em todos os segmentos.

  • Salvador Neto

ECOM – Uma escola especializada em cursos on line em comunicação

Que tal encontrar todos os cursos e capacitações na área da comunicação que você precisa? Este é o objetivo da recém-lançada ECOM – Escola da Comunicação, uma plataforma online de cursos livres totalmente focada em oferecer treinamentos a preços acessíveis, pela internet e com alta qualidade.

A ideia nasceu da cabeça empreendedora, e também da larga experiência de Salvador Neto, um jornalista, consultor, palestrante e escritor especialista em temas da comunicação pessoal, empresarial, sindical, entre outros. Ao longo da sua carreira Salvador formou muita gente que hoje ocupa lugar de destaque nas áreas pública e privada.

Um leitor e produtor de conteúdos desde muito jovem, ele acredita que a leitura, aliada a educação contínua, faz pessoas melhores, e assim um país e mundo melhores. Em um primeiro momento Salvador Neto vem produzindo conteúdos de cursos com base em seus estudos e experiência prática.

Em um segundo momento abrirá oportunidades para outros profissionais que desejem criar seus cursos e ter onde ofertá-los na internet. Assim a ECOM – Escola da Comunicação vai abrigar aos poucos um enorme conteúdo para capacitação na comunicação, incluídos aí marketing, oratória, redes sociais, gestão da comunicação, planejamento estratégico, línguas, assessoria de imprensa, produção de vídeos e muito mais.

Conheça a ECOM clicando aqui, se quiser matricule-se nos cursos já existentes, compartilhe com amigos e amigas, afinal, o que é bom a gente deve compartilhar e ver florescer. ECOM – Escola da Comunicação, mais um empreendimento com a marca de excelência de Salvador Neto.

Inovação: Tenha a sua Governança da Comunicação

Não importa o que digam, o que formulem em várias fórmulas de sucesso para os negócios, gestão pública, bons resultados para ONGs, a verdade é única: sem uma comunicação eficiente, não há sucesso. E como ter uma boa comunicação – o grande guarda chuva onde se abrigam marketing, mídias digitais, etc – se não existem processos claros e transparentes que sejam prioridade da gestão?

Estudei esta premissa ao longo da minha carreira profissional e na vida pessoal, e lá se vão 35 anos. Atuei em todos os segmentos da economia, no setor privado e público. Trabalhei em pequenos negócios, fui sócio de empreendimento, ganhei expertise em multinacionais como Coca Cola e Pepsi Cola. Estive em cargos no Legislativo e Executivo, conheço bem a máquina pública. Fui assessor e consultor em comunicação para líderes políticos, empresários, campanhas eleitorais. Sou voluntário em ações sociais, inclusive participando de diretorias, campanhas e outros.

Portanto, nesta trajetória tive experiências das mais diversas. Geri inúmeras crises de imagem, comerciais, administrativas. Posso garantir que em quase todas, erros de comunicação ou precipitaram insucessos, geraram grandes crises, criaram embaraços em equipes de trabalho. Em quase todas o líder, o comandante, não colocava a comunicação eficaz como a prioridade das prioridades. Não compreendiam, com ainda muitos gestores e líderes não compreendem, que ao comunicar bem, você garante os pilares que sustentam seu sucesso.

Criei então, a partir de todos estes estudos práticos, e técnicos em estudos da comunicação, o método “Governança da Comunicação”, um conjunto de processos e regras com metas claras e factíveis que necessariamente precisam contar com a participação de “TODOS” da organização, e que visam garantir exatamente isso: a comunicação objetiva, eficaz, direta, transparente para evitar ao máximo os ruídos com os públicos envolvidos. Quanto mais estável a comunicação, mais estável a gestão.

Na visão da “Governança da Comunicação” o ato de se comunicar bem é fundamental para o sucesso do empreendimento, seja ele público, privado, social. Para que se estabeleça a Gov-Com são necessários vários passos, e desde o primeiro e fundamental: a decisão da liderança. Sem ela, nada acontecerá. Há que se ter a crença real de que a comunicação é o leme que dará a sustentabilidade da navegação aos negócios.

Quando todos sabem clara e transparentemente sobre o negócios, sua missão, objetivos, metas, produtos, erros e acertos, e compreendem de forma transparente como funcionam os processos internos e externos, os resultados são surpreendentemente melhores que outros lugares onde a prioridade é somente o lucro, o produto, imagem. A Governança da Comunicação é a inovação que dá sustentabilidade e longevidade a qualquer empreendimento, projeto ou missão.

Quer saber mais ou deseja implementar o nosso método Gov-Com em seus negócios? Mande uma mensagem que teremos prazer em dialogar.

Salvador Neto
Criador do Método Governança da Comunicação (GovCom)

Venda-se!

Não seja o que o "mercado quer", e sim quem você é de fato
Não seja o que o “mercado quer”, e sim quem você é de fato

Não, não é nada disso que você pode estar pensando não… Nada a ver com as falcatruas e roubos em Brasília e país afora, mas tudo a ver com a sua carreira, seu sucesso, seu futuro e bem estar. Saber se vender, ou melhor, venda-se, deveria ser matéria obrigatória desde que o ser humano se entende como gente.

Como sempre disse em minha já longa carreira, em palestras, treinamentos e eventos, o problema do mundo está na comunicação. Nos comunicamos mal, ou então comunicamos mal e mentirosamente, o que acarreta danos imensuráveis à vida de milhares de pessoas em guerras idiotas, ou à sua carreira. Tudo gira em torno da comunicação, pense nisso.

Vamos ao ponto. Além da comunicação – é sabido que a timidez, o medo de falar em público, de expor ideias, dificulta muito a vida desde a escola, em família, no mundo do trabalho não é? – a necessidade de se “transformar” em alguém que o mercado, a família, o cargo, etc, etc, aceitem são inibidores do real sucesso que é estar bem consigo mesmo. Desestressado. Sendo você mesmo, e sendo aceito.

Defendo sempre que cada ser humano seja ensinado a se valorizar. Conhecer-se muito bem a si mesmo, com seus defeitos, virtudes, talentos, saber o que tem de melhor e de pior. Com base nisso, compreender que sua formação profissional deve seguir esse diagnóstico de vida, de si mesmo. Tenha a certeza, sua vida será mais leve. Sem máscaras profissionais, familiares. Você sendo você, e se colocando no mundo nas áreas em que seja bem vindo, requerido, e ao final, respeitado.

Ao se conhecer profundamente, o ser humano saberá se vender melhor, e terá extrema segurança de se mostrar para os cargos que quiser. Terá mais facilidade em encarar seus medos, e sentirá poder suficiente para conquistar seu espaço. Nada é pior que se vender como aquilo que não é, ou que tal vaga ou nicho precise, sem que você tenha aptidões, conheça, goste ou seja preparado para tal. A vida lhe cobrará isso, principalmente em sua saúde.

Venda-se como você é. Conheça-se muito bem a si próprio. Capacite-se no que desejar fazer e sentir-se feliz em fazer. Assim, contribuirá para a sua vida ser a melhor possível, será feliz, e certamente, dará ótimos resultados às empresas, oportunidades de trabalho e renda, e até para a sua família e relações afetivas. Pense nisso!

* Salvador Neto é jornalista, empreendedor, coach em comunicação, marketing, liderança e carreira. Enfrentou muitas barras pesadas na vida até aqui, e continua enfrentando. Se vendendo como é. 

Adeus Boechat, até breve

A estúpida morte do maior nome do jornalismo brasileiro, e porque não dizer um dos maiores do mundo, Ricardo Boecht, 66 anos, em uma queda do helicóptero que o levava de Campinas para São Paulo ontem (11/2), enche o jornalismo e toda a sociedade de luto.

Boechat foi um daqueles profissionais que orgulha a quem faz do jornalismo o seu sacerdócio. De forma ímpar, crítico ácido e mordaz dos políticos, empresas, empresários que burlam a lei e se escondem atrás de imunidades, poder econômico e intimidações, ele foi meu mestre no jeito de buscar fazer jornalismo sério, com humor, e com alto grau de profissionalismo. Minha inspiração para fazer jornalismo como faço, que não chega sequer perto do que o mestre fazia, veio dele.

A perda da voz número do bom jornalismo brasileiro faz pensar, e agitar sobre o nosso meio: tá na hora de sacudir a poeira e fazer um jornalismo como manda o figurino, com a imparcialidade, a objetividade, o compromisso com o leitor, a sociedade, e não com os poderosos, os esquemas, o poder econômico e os interesses inconfessáveis que mancham e quase enterram também o jornalismo.

Ricardo Boechat nos deixa órfãos, mas ao mesmo tempo nos incita ao movimento de recuperação do bom jornalismo opinativo, informativo, que critica com acidez, sem perder a ternura. Que vai em busca da verdade, do furo jornalístico sem atacar os princípios básicos da apuração sem cessar, do cuidado com o manejo das fontes e informações, com o desejo de iluminar o que não se quer iluminado.

Gratidão mestre, você se foi de forma tão trágica e inesperada que causa espanto, assim como os fatos nos surpreendem no exercício da profissão. Que o Criador conforte a sua família, seus filhos, seus fãs como eu, e que de onde estiver, continue a nos enviar lucidez e os bons caminhos para o nosso trabalho de informar.